sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Grupo Coral Feminino Etnográfico «Paz e Unidade» de Alcáçovas na RTP1


Da coordenadora do Grupo Coral «Paz e Unidade» de Alcáçovas, um grupo coral com quem as Cantadeiras da Alma Alentejana mantêm as melhores relações, recebemos a informação abaixo transcrita. Atenção pessoal, todos na RTP1 amanhã (hoje) Sábado a partir das 11h.

A este grupo amigo desejamos o maior sucesso.


(Transcrição do mail recebido)

Caro Amigo
O Grupo Coral Feminino Etnográfico "Paz e Unidade" de Alcáçovas, vai participar no Programa da RTP 1 " Portugal Sem Fronteiras", no próximo dia 5/12/2009 das 11h às 13h.

Gostariam que divulgasse se assim o entender.

Nesta participação, e porque está a decorrer a X Mostra de Doçaria em Alcáçovas, dão-nos 2 minutos para falar deste tema e, nós vamos aproveitar levando o Bolo Real e o Conde de Alcáçovas.

Envio em anexo foto do Grupo aquando da participação em Junho passado na Feira Internacional de Artesanato de Lisboa.Grata pela atenção.

Cpms,Maria Gertrudes Garcia


Cantadeiras, Cavaquinhos e Sevilhanas da Alma Alentejana na Casa do Alentejo


É já amanhã, Sábado dia 5 de Dezembro, a partir das 15h que as Cantadeiras, os Cavaquinhos e as Sevilhanas da Alma Alentejana irão animar todos os Alentejanos e visitantes que se desloquem à Casa do Alentejo em Lisboa, numa Tarde Cultural Alentejana que se prevê muito animada.

As Modas que as Cantadeiras da Alma Alentejana irão apresentar são:

1) O Alentejo não tem fim (Moda de abertura e Nome do próximo CD) - Poema de Euclides Cavaco (Canadá)
2) Alentejo como eu te adoro - Poema de Rosa Dias
3) Terra Mãe do bom coração - Poema de Manuel Martins (Diversos do Alentejo)
4) Chegaste ao Alentejo
5) Venham ver o Alentejo
6) Somos da Terra do Pão (Cante Natalício)
7) O Menino Jesus (Elvas) - Cante Natalício
8) Ó Alqueva (Moda de fecho do próximo CD)

A acompanhar as Cantadeiras estará a Poetisa Rosa Dias, que nos irá deliciar com alguns dos seus belos Poemas.

Seguir-se-ão os Cavaquinhos com o seu cante e toque misto de Modas Alentejanas e outras do País e Ilhas, apresentando um reportório que vai desde «A Açorda», passa por «Vila de Frades já não tem Abades» e «Santa Luzia» e acaba em «Ponha aqui o seu Pezinho»...

A terminar, as Sevilhanas darão o toque final, com a forma bem animada que as caracteriza (muitas queixas durante a semana, muitos ais, mas só até subir para o palco, depois é vê-las «sevilhar» fazendo inveja a muitas jovens de 18 anos).

Duas horas e meia de animação que tem merecido fortes aplausos, como recentemente no Clube do Sargento no Feijó. Veremos como sairá desta vez.

Concerto de Cânticos de Natal - Amigos do Alentejo (Feijó)


Concerto de Cânticos de Natal

Na Igreja da Sº José Operário - Feijó


Sábado, dia 5 de Dezembro de 2009 às 19 horas

Actuação do Grupo Coral Etnográfico Amigos do Alentejo do Cube Recreativo do Feijó


Apoio:

- Câmara Municipal de Almada
- Igreja da Sº José Operário – Feijó
- Clube Recreativo do Feijó

Organização:

Grupo Coral Etnográfico Amigos do Alentejo do CRFeijó

A Simplicidade do Ser...


Estava observando como estamos sempre buscando "resolver" alguma coisa... e estamos o tempo todo correndo atrás de soluções para nossos problemas. O mais interessante é que a maior parte dessas dificuldades que "temos" que resolver... somos nós mesmos que criamos...

É que nosso ego decide que temos que resolver X coisas em tal espaço de tempo...E nos coloca atrás dessas metas dia após dia... com isso o tempo vai passando... e a vida também...

Quase nunca deixamos um espaçozinho para que as coisas se resolvam sozinhas...Só o facto de determinarmos as coisas que temos que fazer em certo espaço de tempo, já nos tira do fluxo natural da vida e nos desliga do presente.

É um desafio, para mim, conseguir seguir qualquer plano marcado pela razão... Até planeio... mas seguir aquilo que planeei eu não consigo... já me senti muito culpada por isso; hoje nem tanto e até quero me desprender ainda mais... deixar a vida solta...Tenho notado que pelo tempo não dá para "resolver" quase nada daquilo que penso que "tenho" que resolver.

Se for fazer uma viagem, minha mente logo determina as inúmeras coisas que preciso resolver para poder viajar, do contrário a viagem não sai... No final vejo que não resolvi quase nada daquilo tudo... e a viagem acaba saindo.

Outro dia... na mesa do café da manhã, minha mente estava a mil por hora, justamente planeando... não uma... mas, duas viagens... Uma mais próxima e outra mais distante...Minha mente, sempre muito rápida, já foi pensando um monte de coisas para eu resolver... e eu já ia embarcando. Mas... de repente... olhei para mim, ali sentada na mesa do café... e me vi na mesa de café do local que eu iria visitar em uma dessas viagens...Um alívio tão grande tomou conta de mim... porque, naquele momento, constatei que eu estaria lá... simplesmente... porque já tinha tudo que precisava.

A nossa mente... adora dar um jeitinho de nos prender, mas, se ficarmos mais espertos do que ela... e observarmos para onde ela está querendo nos levar... nós podemos pular fora, e aí... nesse pequeno espaço de tempo... uma clareza tão grande nos envolve, que toda complicação deixa de existir e dá lugar ao que é simples...Somos levados a acumular tantas coisas, e a nos identificar com elas que, ao final... corremos o risco de viver em função dessas coisas todas que carregamos pela vida afora... sejam físicas ou conceituais...

No palco da vida nossas muitas imagens representam muitos papeis, que nos tomam quase todo o tempo... e, principalmente, nos roubam o que de mais precioso temos... a simplicidade do Ser.

"Bem aventurados os humildes de espírito, porque deles é o Reino do Céus" , disse Jesus. O que significa "humildes de espírito"?

Nenhuma bagagem interior, nenhuma identificação. Nenhuma relação com coisas ou conceitos mentais que possuam uma percepção do eu.

E o que é o "Reino dos Céus? A simples porém profunda, alegria do Ser que está presente quando abandonamos as identificações e nos tornamos "humildes de espírito". Eckhart Tolle

Rubia A. Dantés é designer, cria mandalas e ilustrações em conexão...Trabalhos individuais e em grupo, com o Sagrado Feminino, o Dom e o Perdão...


Formiguinhas...





- O meu pensamento se eleva, neste momento,
para a Força Criadora de tudo o que existe.-
Jesus

Mais um dia passado e todas as formiguinhas se apressavam a regressar a suas casas. O celeiro estava quase cheio. O Inverno podia vir que não haveria receio de fome. Quem diria que com as suas próprias forças elas tinham conseguido, mercê é certo de um labor árduo, transportar, a pouco e pouco, uma enorme provisão que lhes permitiria passar a estação fria regaladas, sem privações e sem apreensão ?
Contudo havia uma coisa a aborrecê-las. Na tribo vizinha, a formiga chefe, vaidosa e má, não tolerava a insignificante rainhazinha, humilde e amiga das suas pequenas súbditas e por isso ternamente amada por elas. É que aquela rainha tão tímida e pequenina era realmente maior do que ela mesma. Tudo na minúscula aldeia respirava ordem e asseio.
As formiguinhas eram diligentes e trabalhavam alegremente. Não havia disputas nem zangas entre elas.
E a formiga má, que se chamava Negra, vivia torturada pelo ódio e ciúme da formiguinha Branca.
Havia pois um certo mal estar quando se encontravam frente a frente as súbditas de Negra e Branca. E a soberana má, estava sempre à espera de qualquer coisa que fizesse quebrar as tréguas que duravam havia anos.
Entretanto as condições climatéricas agravaram. Sentia-se no ar um prenúncio de tempestade e por isso naquele fim de tarde as formiguinhas de Branca andavam mais apressadas. A tarefa daquele dia estava quase concluída, quando os relâmpagos começaram a faiscar em todas as direcções e pouco depois, o ribombar dos trovões fazia estremecer tudo. Zelosa pelo bem estar das suas amiguinhas, Branca ordenou que terminassem os trabalhos naquela altura ficando adiada para o dia seguinte a conclusão da tarefa.
Contudo a aproximação do Inverno fê-la pensar que se ela conseguisse, por si só, ir buscar um pouco mais de trigo, talvez o grão se transportasse depois em menos tempo. E Branca à socapa escapuliu-se sem que a sua saída fosse notada. Que necessidade havia de preocupar as suas formiguinhas ?
Entretanto, Negra que estava à espreita, muito cautelosamente saiu também para dar uma lição àquela delambida. Seguiu Branca sorrateiramente e o rumor dos seus passos era abafado pelo barulho lho dos trovões. Ao chegar a uma pequena clareira, Branca foi assaltada de surpresa e derrubada. Negra era grande e forte, e tinha a seu favor o ódio e o ciúme que sempre a tinham animado contra Branca, que naquele momento e silenciosamente se pôs a chorar.
- Hás-de morrer, formiga Branca. Ninguém te ouve e amanhã pensarão que foi a tempestade que te matou. Morrerás e eu serei a rainha das tuas formigas e a minha tribo tornar-se-á maior porque elas trabalharão para mim e então serei rica.
Pobre Branca, trémula e só ! O seu pensamento foi até às suas amiguinhas num adeus mais triste do que o negro da noite escura que já então tinha descido completamente.
Entretanto, as formiguinhas de Branca que tinham dado pela sua falta, muito assustadas, saíram a procurá-la na escuridão, chorosas e aflitas, com receio de que alguma coisa tivesse acontecido à sua rainha.
Os seus passinhos ansiosos levaram-nas até à clareira onde Branca estava à mercê de Negra, mais negra ainda de raiva quando viu as filas cerradas daquelas formigas trabalhadoras que se bateram contra a tempestade para virem em socorro da sua chefe.
Negra temeu-as, fugiu e escondeu-se, mas, com receio de alguma represália daquelas pacíficas obreiras, não se atreveu a deixar o seu refúgio, esperando que as suas súbditas viessem em seu auxílio.
Mas assim não aconteceu. Negra, morta de frio e de cansaço foi encontrada na manhã seguinte por um pequeno grupo das amiguinhas de Branca. E, apesar dos cuidados com que a transportaram e do dó com que foi recebida e acarinhada na casa das «inimigas», não chegou a ver cair os primeiros farrapos de neve...



Falripas da Minha Catequese – Volume 1

Luis – 2001-01-27


O Meu Deus É... Diverso !...


O Meu Deus É... Diverso !...


O meu Deus É... tudo o que o homem ama.
Mas É também e sobretudo,
esse «diverso» com que o homem sonha.
É tudo aquilo que o homem não tem.
É tudo aquilo que ele tenta alcançar.
O meu Deus É... esse algo que o homem sabe
que pode existir e É distinto de tudo.
O meu Deus É... a capacidade de surpresa
para todo o homem.

O meu Deus começou... onde o homem diz:
«Pensei que fosse outra coisa!»

Sonha o homem, luta e trabalha
e peca para conquistar um posto,
um amor, uma conta corrente, um título,
e quando está a saborear o seu triunfo,
este começa a parecer-lhe pequeno...
E o seu coração volta a girar
à volta de um novo desejo.

O meu Deus está... detrás
de cada desilusão do homem,
como a voz que grita:
«Necessitas de algo que seja sempre distinto,
novo, que não tenha fim...»

O meu Deus É... esse algo «diverso»
de que o homem necessitará sempre
para sentir-se
«semelhante a Deus»(!)



Falripas do Meu Deus – Volume 1


Luis – 2002-11-07

Feira do Vinho e da Vinha na Amareleja



A partir de amanhã, a Amareleja vai estar em festa com a sua Feira da Vinha e do Vinho

Programa da VIII Feira da Vinha e do Vinho
Dia 5 (Sábado) :
09,00h - TT Rota dos Vinhos de Amareleja 2009 – concentração no “Largo do Regato”
20.00 H - Sessão de Inauguração da Feira
21.00 H - Actuação dos Grupos: Coral Masculino da Casa do Povo de Amareleja e Coral Feminino “Espigas Douradas”
22.30 H - Actuação da “Tuna Sabes” da Escola Superior de Educação de Lisboa
Dia 6 (Domingo) :
19.00 H - Actuação do grupo de música tradicional Portuguesa “Cantes do meu Cante”
21.00 H - Actuação do grupo espanhol “Sones Romeros” de Ensinasola (Huelva) ´
22.30 H - Actuação do grupo “Quarteto Eléctrico”
Dia 7 (Segunda-feira) :
20.00 H - Actuação dos Grupo Coral da Sociedade Recreativa Amarelejense
21.00 H - Concerto de Acordeões
Dia 8 (Terça-feira):
18.00 H - Concerto pela Banda da Sociedade Filarmónica União Musical Amarelejense
Horário da Feira: Sábado: 20.00 – 24.00h; Domingo e Segunda-Feira: 11.00 – 24.00 h; Terça-feira: 11.00 – 20.00 h

Freguesia de Amareleja - Uma janela para o Mundo

Terra do Sol, de tradições bem vincadas, famosa pelo seu vinho e, agora, também por ter a maior central solar fotovoltaica do mundo, Amareleja foi elevada à categoria de Vila em 16 de Agosto de 1991. Ocupa uma área de 10.834 hectares e conta com uma população de 2.760 habitantes (censos de 2001). “Campo das Amarelas” teria sido o nome dado pelos primeiros povoadores, pela abundância de flores daquela cor, atribuindo-se a sua fundação à época romana, segundo afirma o Padre João Rodrigues Lobato, na sua obra “Amareleja: rumo à sua história”.
A Vila possui vários monumentos como a Igreja Matriz, cuja construção remonta à época de D. João III, a Igreja da Graça, a Capela de Santo António, com uma imagem do século XVI, e a Capela de Santo Isidro ou da Penha.
Com um movimento associativo pujante, de que se destaca a Banda Filarmónica, com 150 anos de existência, a freguesia de Amareleja oferece uma vasta oferta cultural e desportiva que envolve ensino da música, grupos corais, artes plásticas, actividades equestres, pesca, jogos tradicionais, futebol, futsal, caça, tiro, entre outras. Terra do bom vinho, também a produção de vinho merece destaque. Enormes talhas de barro guardam os vinhos que se produzem na Amareleja segundo os métodos tradicionais. São utilizadas, essencialmente, castas autóctones como a Moreto, nos vinhos tintos, e a Diagalves, no vinho branco, que se adaptam bem às altas temperaturas que se registam na região e que dão ao vinho um paladar único de que os produtores de Amareleja se orgulham. Também as passas de uva ocupam um lugar de destaque na economia local.
A Feira da Vinha e do Vinho, que já vai na sétima edição, é o local de encontro anual dos produtores e apreciadores do bom vinho, ou não estivesse a Amareleja incluída numa afamada Região Demarcada de Vinhos.
Nota: artigo e fotos gentilmente cedidas pelo nosso amigo José Júlio e publicadas no seu belo Blog «Casa-das-Primas» com perto de 250 mil visitantes em mais de 150 Países e onde sugerimos uma visita. Ora faça click aqui e veja: http://casa-das-primas.blogspot.com/
Aproveitamos para agradecer o destaque que este nossso amigo dá a este nosso humilde Blog. Obrigado.
O Alentejo não tem fim!