segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Cante das Janeiras em Piçarras

É hoje que em mais uma terra Alentejana, Piçarras, se celebra a tradição das Janeiras, evento que, felizmente, nós Alentejanos persistimos em manter bem vivo, num perpetuar da tradição, nesta «herança» de nossos Avós e que queremos deixar para os nossos Netos.
O Grupo Coral «As Atabuas» irá dar a sua contribuição neste evento.


Grupo Coral «As Atabuas»

domingo, 3 de janeiro de 2010

Cante aos Reis em Alcáçovas


Da nossa amiga e coordenadora do Grupo Coral e Etnográfico «Paz e Unidade» de Alcáçovas, recebemos o convite que se segue. Na impossibilidade de estarmos presentes, pois por aqui em Almada também vamos estar muito participativos com os Grupos «Cantadeiras da Alma Alentejana» e «Coral Etnográfico «Amigos do Alentejo», desejamos a este Grupo amigo uma boa actuação e aceitem um abraço Alentejano, daqui de Almada.



Venho informar que o Grupo C. F. Etnográfico " Paz e Unidade" de Alcáçovas, vai participar no dia 5/01/2010, 21h, num serão de Cante aos Reis, organizado pela Junta de Freguesia que assim tenta recuperar uma tradição antiga.
Grata pela atenção, desejo um novo Ano de 2010 com muitos sucessos.
Maria Gertrudes Garcia

O Cante ao Menino em Almodôvar

Também e à semelhança do que pela época Natalícia é costume fazer nas diversas terras Alentejanas, Almodôvar celebrou o Natal numa Homenagem ao Menino feita na sua Igreja Matriz. Estiveram presentes vários Grupos Corais Alentejanos, mas ao nosso «repórter» ao serviço do Blog «casa-das-primas» só lhe foi possível fazer a recolha que se segue:


Grupo Vozes de Almodôvar


Misto Cardadores da Sete

O Cante ao Menino em Castro Verde

Tal como referido pelo nosso amigo Blog «casa-das-primas», sempre oportuno na sua cobertura aos eventos Alentejanos, nomeadamente no que se refere ao Cante, decorreu neste Natal na Basílica Real de Castro Verde, mais uma Homenagem ao Menino, que contou com a presença de vários Grupos Corais de que se apresentam alguns Vídeos naquele Blog publicados. Para o nosso amigo Zé Júlio, mais um Bem-Haja!


Misto Cardadores da Sete


Rancho Cantadores da Aldeia N S Bento


Rancho Cantadores da Aldeia Nova de São Bento


Cantares de Evora


Cantares de Evora


As Camponesas de Castro Verde

DA VIDIGUEIRA, UMA BOA NOTICIA PARA O CANTE

Do Blog «casa-das-primas, mais uma boa novidade que fazemos votos se venha a concretizar com êxito à semelhança do que está a acontecer nas Escolas do 1º Ciclo de Almodôvar, há 3 anos para cá - passamos a transcrever:

Pedro Mestre e os seus Alunos das Escolas do 1º Ciclo de Almodôvar

A MAGIA DO CANTE ALENTEJANO CONTINUA A LANÇAR OS SEUS FLUÍDOS E A CONQUISTAR ESPAÇO NA ÁREA DA JUVENTUDE.

Agora é a Vidigueira que se chega à frente.

A Câmara Municipal de Vidigueira vai integrar o Cante Coral Alentejano, nas Actividades de Enriquecimento Curricular dos alunos dos 3ºs. e 4ºs. anos do 1º. Ciclo do Ensino Básico, a partir do próximo dia 4 de Janeiro.

Esta iniciativa tem como objectivo revitalizar este património cultural do Alentejo, junto de um público mais novo, e no futuro a criação de uma classe de cante coral alentejano na Escola de Música de Vidigueira.

O nosso blogue aplaude e incita outros Concelhos alentejanos a juntarem-se a esta onda de alentejanidade.

Nota: poderemos acrescentar que, ao que sabemos, esta inciativa está a ser discutida com vistas a uma breve implantação noutras Freguesias do nosso Baixo Alentejo.
Aqui em Almada, as Cantadeiras da Alma Alentejana aguardam a resposta a um Projecto apresentado à Câmara local e Juntas de Freguesia, no sentido de iniciar neste ano lectivo, uma apresentação devidamente calendarizada da cultura Alentejana nas Escolas locais: Cante, Cântico, Poesia, Conto, Lendas, Lenga-Lengas e outros, que aqui desenvolveremos logo que tenhamos notícias concretas.

Manter a chama


Esta semana quero compartilhar com vocês uma história bastante interessante que recebi pela internet. Embora não saiba a origem do texto, ela me encantou pela maneira simples com que evidencia o quanto, na maior parte do tempo, abandonamos o que deveria ser o foco principal de nossa atenção: manter acesa a chama de nossa luz interior.

Quando os problemas e desafios da vida material se tornam excessivos, nós rapidamente perdemos a capacidade de permanecer centrados e permanentemente alertas quanto ao maior valor que precisamos cultivar, que é a essência divina com a qual todos nascemos, e que permanece inalterada em qualquer circunstância.
Diante dela, tudo o mais deixa de ter importância, mas infelizmente a maioria de nós só adquire esta consciência em momentos cruciais, quando nossa própria vida se encontra ameaçada.

Proponho, então, que comecemos este novo ano, dispostos a não perder de vista a realidade de que a essência da vida é a impermanência, e que ela pode cessar a qualquer instante, sem qualquer aviso. Portanto, manter-nos focados no que de fato importa e não deixar para depois tudo o que for verdadeiramente valioso para nossa alma, é a decisão mais sábia que podemos tomar.
Ainda que possamos traçar metas e objectivos materiais a serem alcançados, o mais importante é saber que nenhuma delas jamais preencherá as reais necessidades de nosso ser. Este necessita apenas de sua própria luz e a nós cabe reconhecê-la e deixar que ela predomine sobre tudo o mais.

"Havia um rei que, apesar de ser muito rico, tinha a fama de ser um grande doador, desapegado de sua riqueza. De uma forma bastante estranha, quanto mais ele doava ao seu povo, mais os cofres do seu fabuloso palácio se enchiam.
Um dia, um sábio que estava passando por muitas dificuldades, procurou o rei.
Ele queria descobrir qual era o segredo daquele monarca.
Como sábio, ele pensava e não conseguia entender como é que o rei, que não estudava as sagradas escrituras, nem levava uma vida de penitência e renúncia, ao contrário, vivia rodeado de luxo e riquezas, podia não se contaminar com tantas coisas
materiais.

Afinal, como sábio ele havia renunciado a todos os bens da terra, vivia meditando e estudando e, contudo se reconhecia com muitas dificuldades na alma.
Sentia-se em tormenta.
E o rei era virtuoso e amado por todos.
Ao chegar em frente ao rei, perguntou-lhe qual era o segredo de viver daquela forma, e ele lhe respondeu:
"Acenda uma lamparina e passe por todas as dependências do palácio e você descobrirá qual é o meu segredo".
Porém, há uma condição:
Se você deixar que a chama da lamparina se apague, cairá morto no mesmo instante.
O sábio pegou uma lamparina, acendeu e começou a visitar todas as salas do palácio.
Duas horas depois voltou à presença do rei, que lhe perguntou:
"Você conseguiu ver todas as minhas riquezas"?

O sábio, que ainda estava tremendo da experiência porque temia perder a vida, se a chama apagasse, respondeu:
"Majestade, eu não vi absolutamente nada.
Estava tão preocupado em manter acesa a chama da lamparina que só fui passando pelas salas, e não notei nada."

Com o olhar cheio de misericórdia, o rei contou o seu segredo:

"Pois é assim que eu vivo.
Tenho toda minha atenção voltada para manter acesa a chama da minha alma e, embora tenha tantas riquezas, elas não me afectam".
"Tenho a consciência de que sou eu que preciso iluminar meu mundo com minha presença e não o contrário".



Elisabeth Cavalcante é Taróloga, Astróloga, Consultora de I Ching e Terapeuta Floral.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010