sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Poesia Vadia em Almada







Dos amigos «Poetas Almadenses» recebemos o seguinte Convite:






Amanhã, sábado, dia 30 de Janeiro.A partir das 17:30h.No sítio do costume (Café Le Bistro, em Almada).Venha assistir à 1.ª sessão de POESIA VADIA de 2010.
Convívio poético de entrada livre.Traga um/a (ou vários/as) amigos/as...Venha lanchar connosco, descontrair e assistir à partilha da palavra escrita, lida com emoção, declamada com amor ou, simplesmente, sentida... -- Poetas Almadenses - http://poetas-almadenses.blogspot.com/
(Almada... a poesia está na rua!)

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Analfabeto...


A conversa estendia-se e procurava mostrar a um amigo a importância de sabermos identificar e entender o que está acontecendo com a nossa energia, a qual é combustível de vida. Ela regula as nossas doenças.
Ele, o meu amigo, precisa de fazer uma Angioplastia...
Mostrei-lhe que o nosso corpo físico é refém dos outros corpos que temos: Astral, Emocional, Mental, e Etérico. Que cada um deles tem uma função no nosso conjunto humano e que o corpo físico sempre acaba recebendo o resultado dos nossos comportamentos tidos no passado.
Na realidade, o Corpo Emocional é que comanda "todo o espetáculo". Ele cria o cenário. Dá as deixas e também dirige as nossas ações e atitudes. Um verdadeiro Maestro e Diretor.

Foi neste exato momento que ele me disse:
Sabes, sinto-me um pouco perdido neste campo energético. Mal comparando, sei ler e escrever, mas sou um verdadeiro analfabeto neste assunto. Não consigo interpretar corretamente o que acontece comigo e ao meu redor...
Neste momento permitiu que lhe mostrasse que ele havia sido adestrado e não educado no campo da energia. As religiões são terríveis neste ponto. Acabamos ficando reféns das verdades dos outros quando tentamos entender as nossas e sempre nos deparamos com "dogmas" que nos foram impostos.
Todo o fanático religioso se torna um "analfabeto" porque a sua verdade religiosa é a única que prevalece em qualquer discussão.
O analfabeto sobrevive e não vive. Copia e não cria. Portanto, está incapacitado em saber escolher e assim decidir ao seu favor; viver desta forma e saber cuidar de nosso corpo físico via a energia que produzimos. A doença vem "doente". De dentro para fora. Da emoção para o físico. Foi o próprio ser que produziu o que está colhendo. Por isso ele é doente.

Não é errado ser analfabeto. Errado é permanecer achando que a solução dos nossos problemas vem de fora para dentro e JAMAIS DE DENTRO PARA FORA.
Dominando as minhas emoções eu crio uma mente saudável. Este é o segredo de um corpo físico jamais doente. A fome é sinal de um corpo físico sem energia. Portanto, todas as vezes que estamos intranqüilos é devido à fome de sabedoria no corpo mental... Todas as vezes que estamos abalados, é fome de nosso corpo emocional.
O que seria então o estresse, a fadiga mental e a perda de sono? Desequilíbrios emocionais, certamente. Quem primeiro adoece é o corpo emocional. O mental e o físico são reféns dele. Não resolve tomar um remédio para dormir. Resolve, assumir o problema de frente, enfrentar e resolver. Tomar um remédio para dormir é ato de covardia.

Todas as vezes que estamos muito felizes tomamos decisões erradas. Também isso é verdadeiro quando estamos irritados. Portanto, nestas duas situações estamos reféns das nossas emoções.
Eu já fui um ignorante emocional. Quando descobri que sou eu quem determina as minhas emoções e verdades, deixei de tomar um remédio para a pressão alta. Um remédio para pressão alta deveria ser proibido. A cura está nas mãos de quem o toma. Diga sim quando quer dizer sim e diga não quando quer dizer não. Este é o melhor remédio para a pressão alta...
Acorde uma hora mais cedo e medite... Jamais irá precisar tomar um remédio para regular a sua pressão arterial ou para um eventual estado depressivo. Assuma, assim, o comando de sua vida e seja feliz sem depender de nada ou de ninguém.

Saul Brandalise Jr. é autor do livro: «O Despertar da Consciência» da editora Theus, onde mostra através das narrativas de suas experiências como extrair lições de vida e entusiasmo de cada obstáculo que se encontra ao longo de uma vida.

5ª Edição do Projecto «em.cantos» em Castro Verde


O nosso amigo «Zé» coordenador do Blog «casa-das-primas» que usualmente está em Castro Verde, veio para Almada ´quando nós este final de semana fomos para Castro Verde e agora que nós regressámos a Almada, ele regressou lá... Mais uma «visitinha» a este prestimoso Blog «Alentejano» e aí está mais um «recorte» dum evento que nos parece dever ser destacado:

DECORRE EM CASTRO VERDE NO DIA 29 DE JANEIRO A 5ª.EDIÇÃO DO PROJECTO "EM.CANTOS"

A 5ª edição do Projecto "em.cantos" ,uma iniciativa do do Instituto Politécnico de Beja,irá ter lugar no próximo dia 29 de Janeiro, pelas 18.00h, no Fórum Municipal, na vila de Castro Verde.

O tema que irá ser debatido prende-se com "A Conservação da Biodiversidade: Oportunidades e Constrangimentos Para Uma Gestão Sustentável do Território" e serão intervenientes neste debate, para além do Senhor Presidente da respectiva Câmara, João Joanaz de Melo (Professor na Faculdade de Ciências e Tecnologia - Universidade Nova de Lisboa), Tito Rosa (Presidente do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade - ICNB), Rita Alcazar (Coordenadora do Programa - «Castro Verde Sustentável»), José da Luz Pereira (Presidente da Associação de Agricultores do Campo Branco) e Pedro Barroso (Cantor, poeta e autor/compositor).

Participam igualmente no debate, Bárbara Pinto (Directora do Parque de Natureza de Noudar), Pedro Rocha (Director-adjunto do Departº de Gestão Áreas Classsificadas Sul do ICNB), José Paulo Martins (Presidente do Núcleo Regional de Beja e Évora da Quercus) e Rodrigo Serra (Director Executivo do Centro Nacional de Reprodução do Lince Ibérico).

Como actividades complementares para a 5ª edição do Projecto está previsto uma Exposição de Fotografia "Encantos da Biodiversidade", a inaugurar no próprio dia pelas 15h00m na Galeria de Exposições do IPBeja, onde conta com a presença de Francisco Ferreira da Direcção Nacional da Quercus; pelas 17h30m a inauguração da Exposição de pintura "Alentejo de Em.cantos" da autoria de António Duro, no Fórum Municipal de Castro Verde, onde são apresentados trabalhos feitos para o projecto "em.cantos" e a Actuação dos Grupos de Cantares Tradicionais "Camponesas de Castro Verde" e "Viola Campaniça".

domingo, 24 de janeiro de 2010

Noite de Cante Alentejano no Cine Teatro de Castro Verde

Foi ontem à noite, perante uma sala repleta, que se realizou a enunciada noite de Cante Alentejano. O nosso amigo Zé, o habitual «repórter» do Blog amigo «casa-das-primas», por razões imperiosas teve que, curiosamente, ausentar-se de Castro Verde, não lhe sendo possível fazer a sua usual e prestimosa cobertura deste tipo de eventos.

Como sabemos que ele não quererá deixar passar em branco tal acontecimento, fizemos um breve registo do evento, para que assim o possa divulgar no seu Blog, para os milhares de Alentejanos espalhados pelo Mundo fora e que, sabemo-lo, estão na espectativa de vir a saber como decorreu esta noite de Cante Alentejano, numa sala onde até os «gagos» cantam bem...

O Grupo a abrir foi o «Etnográfico Amigos do Alentejo» , do Feijó, num total de 19 elementos, que brindou a plateia com as seguintes Modas:
1) Alentejo como eu te adoro!
2) Quando o Melro assobia (moda dançada)
3) Ó que linda Pastorinha
4) Promessas (quem não sabe o que são promessas?)
Nota: a destacar que antes do início deste encontro, os Grupos Corais nele participantes, estiveram reunidos num jantar de convívio no restaurante «Sol Nascente», que decorreu de forma muito animada e, porque não destacá-lo também, primou pela qualidade dos seus serviços, em todos os aspectos.


Seguiu- se o jovem grupo feminino das «Ceifeiras» de Entradas, composto por 18 elementos, que duma forma bem ardorosa, nos brindaram com as seguintes Modas:

1) Adeus ó Fonte de Linha (moda dançada)

2) É lindo na Primavera

3) Entradas, terra de Seareiros

4) Estrela da Manhã (moda dançada)

O Grupo Operário Alentejano das Paivas, que se apresentou com 19 elementos, que viajaram em conjunto com os Amigos do Alentejo, escolheu do seu vasto reportório:

1) Alentejo, Alentejo (moda dançada)

2) Jovem Pastorinha

3) A Lavoura (lembra-me os tempos passados)

4) Dizendo-lhes Adeus (moda dançada)




A fechar este evento, o grupo da casa e organizador do mesmo, «Os Ganhões», que se apresentou com 24 elementos, escolheu do seu reportório e apresentou duma forma alternada com Poesia e Cante, que nunca lhe tínhamos registado, os seguintes Poemas e Modas.

- «Estio» (Poema de Manuel da Fonseca)

1) Camponês Alentejano

- «Canção» (Poema de Manuel da Fonseca)

2) Ao romper da bela Aurora (sai o Pastor da choupana)

3) Ó Vizinha tem lá lume

4) Muito bem parece raminho de Flores

Gostámos muito particularmente da apresentação dos «Ganhões», pela introdução da Poesia junto ao Cante, forma de que somos defensores e costumamos seguir nas actuações das «Cantadeiras da Alma Alentejana» (Almada) e que aliás faz também parte do seu CD «O Cante da Alma - O Alentejo a 2 Tons», gravado no ano anterior. O que seria do Cante Alentejano afinal se não tivessemos tido uns «Avós» tão inspirados pelas suas agruras na vida?...

Um obrigado final »as «gentes» de Castro Verde e aos «ganhões» em particular. As nossas desculpas por não incluirmos a Vossa foto, que não ficou minimamente aceitável, aliás como as dos outros grupos que apresentam pouca iluminação.Bem hajam!

sábado, 23 de janeiro de 2010

Era uma vez um Rei !


Cristo numa só tarde curou dez leprosos - mas quantos desses
leprosos lhe agradeceram ? Apenas um. Quando Cristo se voltou
para os discípulos e perguntou: « Onde estão os outros nove ? »,
todos haviam desaparecido. Desaparecido sem um agradecimento !

S. Lucas

Era uma vez um Rei que governava um grande império, cujos limites olhos humanos não podiam alcançar. Apesar de tão poderoso, este Rei amava os seus súbditos de igual maneira, sem querer saber da desigualdade das suas situações. Todos cumpriam os deveres para que tinham sido criados segundo as suas aptidões.

E tudo corria bem. Havia harmonia nos homens e na Natureza e todos amavam o seu Senhor com a mesma ternura com que em noites estivais ouviam o sussurrar da folhagem entre a ramaria das árvores, o gorjeio dos passarinhos, o esvoaçar das borboletas, sentiam o perfume das flores e viam a beleza das suas formas.

Mas um dia, o Senhor de tão belo reino teve de partir para terras longínquas onde o chamavam assuntos de maior importância. Custou muito ao bom Rei ter de deixar os súbditos que amava como filhos e a quem antes deu os mais sábios conselhos. Mas a missão era espinhosa e o monarca não voltou tão cedo como desejava.

Os anos passaram, sucederam-se as luas e o que era antes um reino feliz, transformou-se num país diferente, onde os ricos oprimiam os pobres, os fortes os fracos, a luxúria vencia a castidade, a crueldade matava a bondade, a vaidade vencia a modéstia e a mentira abafava a verdade. Lá longe, o bom monarca soube no que se transformara o seu reino, e sofreu intensamente.

Embranqueceram-lhe os cabelos, alquebraram-se-lhe as pernas, os olhos perderam o brilho e a cor, das lágrimas que derramou por eles.
Mandou, do seu séquito, o amigo do coração com mensagens de paz, de amor e de compreensão.
Ninguém o ouviu, e o Rei bom de um grande e lindo país, ainda hoje chora o esquecimento dos seus súbditos que Ele amou e continua a amar como seus filhos.


Falripas da Minha Catequese – Volume 1
Luis – 2001-03-07


quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Alentejo - Quatro Meses, Quatro Sabores


Nada melhor num «Alentejo a 4 Tons» que um «Alentejo - Quatro Meses, Quatro Sabores», na pena dos nossos amigos do «Café Portugal», de que podem ver muitas mais coisas de interesse sobre o nosso Alentejo e resto do País em:
http://cafeportugal.net/pages/noticias_artigo.aspx?id=1568


A Rota dos Sabores Tradicionais decorre no Alentejo até Abril. Cada mês vai ser dedicado a um sabor típico, como o borrego, a doçaria e pratos de caça.

A iniciativa acontece em 42 restaurantes e cinco lojas de produtos regionais do concelho de Évora. Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010

Quatro meses de Rota dos Sabores Tradicionais, de Janeiro a Abril, quatro tradições gastronómicas confeccionadas com produtos de época. A iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Évora acontece no concelho alentejano em 42 restaurantes, cinco lojas de produtos regionais e uma pastelaria.
Valorizar a gastronomia tradicional alentejana e torná-la uma marca da identidade local são alguns dos objectivos da Rota dos Sabores Tradicionais que vai na sétima edição.
Os pratos de caça, de porco, de borrego e as sopas, assim como a doçaria, são atractivos da iniciativa, que pretende também afirmar a gastronomia tradicional como factor de sustentabilidade socioeconómica dos empresários do sector da restauração.

Ao longo dos próximos meses, a iniciativa conta também com um programa de outras actividades, nomeadamente um passatempo radiofónico, em que os premiados recebem vouchers para uma refeição nos restaurantes aderentes, uma visita guiada à Rota do Fresco Barroca de Évora, animação musical de rua, acção de formação sobre vinhos e actuações de cante alentejano.
A recriação etnográfica da matança do porco, um concurso de produtores locais de vinho, lançamento de um livro de gastronomia tradicional da autoria de Galopim de Carvalho e Maria de Lurdes Modesto e uma visita ao mercado, com promoção das principais ervas alimentares usadas na confecção dos pratos alentejanos, são outras das acções.

A Rota dos Sabores Tradicionais desenvolve-se em parceria com a Entidade Regional de Turismo do Alentejo, confrarias Gastronómica do Alentejo e da Moenga, Rota dos Vinhos do Alentejo e Movimento Slow Food Alentejo.

A Força da Palavra


É impressionante a força que cada palavra traz consigo! Com a vibração que cada uma carrega, transforma a atmosfera reinante naquele momento, mesmo que seja por um momento fugaz! Cada verbo, independente do número de letras que tenha, transporta com ele sentimentos, lembranças, um mundo infinito de idéias, que embora seja numa fração mínima de segundos, toca a quem o ouve e o transforma.
Assim, palavras como Amor, Carinho, Perdão, Paz, ligam-nos a locais suaves e serenos do nosso Ser. Guerra, Agressão, Violência, Tristeza e tantas outras, a pontos de dor em nosso íntimo. Vale a pena observar isto e perceber como podemos mudar a nossa vida e melhorar a dos outros, dependendo do que nos dispomos a falar, ou a calar...
E como falamos, sem parar, tanta coisa sem nexo, tanta coisa sem real importância, vamos semeando confusão e perturbação em torno de nós, muitas vezes sem nos darmos conta disto. Os grandes sábios que já nos visitaram neste plano sempre louvaram o poder do silêncio e a importância da palavra.
A propaganda, impulsora do capitalismo, bombardeia-nos com idéias nem sempre verdadeiras, os meios de comunicação espalham notícias poluídas pela desesperança e desânimo e nós nos sentimos alquebrados, muitas vezes, sem nos darmos conta do porquê disto. E vamos passando adiante as notícias tristes que ouvimos e, com isto, colaboramos com o Mal, pois ajudamos o Medo a ir se instalando mais e mais nas mentes de todos, num movimento doentio e perigoso! Quando estamos medrosos, abandonamos a nossa força, desanimamos, afastamo-nos do Amor, de nossa Fonte de Vida.

Cada fonema é uma vibração, um som, traz harmonia, ou desequilíbrio... O tom de nossa voz, quando falamos, também emite, ou não, boas vibrações... Pessoas há que até pelo telefone nos fazem mal, pela forma dura com que pronunciam as palavras. Outras nos acalmam como num passe de mágica, pois ouvi-las é agradável, terno, sereno, tranquilizador.

Acho que precisamos defender-nos da balbúrdia reinante, desta pressa desestruturante que nos arrasta de roldão sem que saibamos sequer para onde, de canais de televisão que noticiam apenas o que nos deprime e nos faz sofrer. Se todos nós fizéssemos isto, deixássemos de assistir a determinados programas, por estarmos conscientes do mal que nos fazem, isso acabaria por levá-los a se modificar. E o pior é que nem todos os que assistem à televisão têm consciência crítica, pois muitos são crianças, na idade, ou no espírito.
Enfim, sabemos que viver neste nosso mundo tecnológico tem suas vantagens, mas é também muito difícil! Cultivar o silêncio em meio a tantos sons e ondas emitidos por tantos aparelhos diferentes, por tantas mentes desequilibradas, não é brincadeira, exige esforço e atenção, mas é necessário, para nossa sobrevivência e salvação.

Muitas vezes, enquanto sorrimos apenas com os lábios, procurando demonstrar algo que está longe do que estamos sentindo, o nosso Ser está chorando...
Cultivando mais o calar, teremos mais cuidado no falar. Assim, cada palavra terá um sentido verdadeiro para nós, abrirá um caminho, construirá uma ponte, restaurará uma relação, fará uma aliança, aliviará uma dor, plantará uma semente de amor.
O olhar comunica com muito mais sinceridade... Mas poucos prestam a devida atenção a ele. Os gestos, também. Mas, as palavras, por serem mais fáceis de serem percebidas, podem destruir muito mais! Que elas não saiam de nós sem uma reflexão, sem caridade e sem uma intenção boa, ou estaremos trabalhando para o Mal e, consequentemente, isto receberemos em troca, por causa da lei infalível de Ação e Reação.

Que as nossas palavras criem uma música harmoniosa que ajude a espantar de vez a tristeza e a doentia paisagem atual de nosso planeta!

(por Maria Cristina)