segunda-feira, 30 de novembro de 2009






De parabéns o Clube do Sargento da Armada do Feijó, por ter proporcionado à Alma Alentejana a realização de mais um Fim de Semana Alentejano, com uma bela animação cultural, tal como foi previamente anunciado e pevisto aqui neste Blog.
O primeiro dia, Sábado 28 Novembro esteve muito animado com as «Cantadeiras, os Cavaquinhos e as Sevilhanas da Alma Alentejana», finalizando com um não menos animado beberete de convívio cheio de mais Cante Alentejano, como não podia deixar de ser (apesar de a seguir haver um Sporting-Benfica).
No dia seguinte foi a vez dos nossos «Amigos da Malagueira» (Évora), um grupo coral instrumental (que vinha disposto...a ficar) animar uma plateia que mais uma vez encheu a sala e que se foi sempre manifestando alegremente ao longo da sua actuação.
A fechar este evento, o «Coro Polifónico do Clube do Sargento da Armada do Feijó», a jogar em casa, pôs a plateia em pé, como não podia deixar de ser.
Um convívio final culminou esta brilhante «partilha», que esperamos se repita por muitos anos e bons.

sábado, 28 de novembro de 2009

Grupo de Teatro «O Grito» informa...


Recebemos do Grupo «O Grito» o Convite para assistir à estreia hoje 28 Novembro, pelas 21,45h da sua peça «A Casa de Bernarda Alba», com entrada livre, na Sociedade Musical 5 de Outubro em Paio Pires (Seixal).


Esta peça em estreia tem uma particularidade de que aqui falaremos em pormenor mais adiante. Escrita por Garcia Lorca, decorre em tempos da guerra civil em Espanha, em que uma senhora (Bernarda Alba) fica viúva com cinco filhas na idade casamenteira, as quais procura controlar rigorosamente nos seus ímpetos e devaneios amorosos.

Contudo, com a conivência das suas aias, elas estão atentas ao que se passa no exterior e todos os dias observam os trabalhadores do campo que regressam das suas lides.

Na peça, numa dada altura elas esperam a chegada dos Ceifeiros no seu regresso do campo, que, segundo Garcia Lorca, entoavam estas duas estrofes:


Já vieram os ceifeiros
para cortar as espigas;
batei, batei, corações,
nos olhos das raparigas.

Abram portas e janelas
as que não vêem o céu.
O ceifeiro pede rosas
para enfeitar o chapéu


A Convite do Grupo «O Grito» endereçado à Alma Alentejana, estas são cantadas por um grupo de «cantadores improvisados» (mas após ensaios exaustivos e uma gravação em estúdio nada fácil):

José Borralho (do Grupop Coral Etnográfico Amigos do Alentejo do Feijó); Daniel Marina (idem); Luis Moisão (idem e Ensaiador das Cantadeiras da Alma Alentejana); Adelino Pinto(ensaiador dos Cavaquinhos da Alma Alentejana); Joaquim Avó (ex- Presidente da Alma Alentejana)

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O Teatro Fórum de Moura informa


Estreia do espectáculo de dança contemporânea Sombra Clara
28 e 29 de Novembro (sábado e domingo)
5 e 6 de Dezembro (sábado e domingo)

SEMPRE ÀS 21H15MIN, na Sala da Salúquia
Estreia da Exposição Objectos da Nossa Casa

Desta forma, convidamos todos a virem até à Salúquia, em Moura!

-- Teatro Fórum de Moura - AssociaçãoR. Cardeal Lacerda, 87860/018 MOURATlm: 285 254 464/966 706 036/960 093 269



quinta-feira, 26 de novembro de 2009

As Cantadeiras da Alma Alentejana em «Do Natal aos Reis em Coro - Almada


Tal como é tradicional, desde a sua fundação que as Cantadeiras da Alma Alentejana têm participado no evento «Do Natal aos Reis em Coro» organizado pela Câmara Municipal de Almada, que termina reunindo na noite de 9 de Janeiro à volta de uma fogueira no Solar dos Zagalos (Sobreda) todos os grupos corais e instrumentais, incluindo as Tunas Académicas, do Concelho de Almada, para a celebração das Janeiras.

A colaboração prevista este ano é conforme o calendário que se segue abaixo:

Dezembro/09: (Cantes Natalícios)
· 5 Dez. (às 15h) – Casa do Alentejo em Lisboa (com Cavaquinhos e Sevilhanas da Alma)
· 11 Dez (às 20h) - Infantário «O Palhacinho» - Sobreda
· 12 Dez. (às 15h) – Mercado Amigo da Terra - Almada
· 12 Dez. (às 19h) - Igreja de Vale Figueira - Sobreda (com os Amigos do Alentejo)
· 16 Dez. (às 15h) – Lar S. Tiago - Almada
· 17 Dez. (às 15h) – Festa Natal da Alma Alentejana – Laranjeiro
· 18 Dez (às 11h) – Escola de Tecnologias Navais no Alfeite - Laranjeiro
. 18 Dez (às 20h) - Universidade de Lisboa - Festa de Natal dos Sem Abrigo
· 19 Dez. (às 10h) – Mercado do Laranjeiro - Laranjeiro
. 19 Dez (às 15h) - Festa de Natal da Paróquia da Ameixoeira - Lisboa

Janeiro 2010: (Janeiras e Reis)
· 6 Jan. (às 21h) – Junta de Freguesia do Feijó - Feijó
· 7 Jan. (às 21h) – Junta de Freguesia da Cova da Piedade – Cova da Piedade
· 8 Jan. (às 21h) – Junta de Freguesia do Laranjeiro - Laranjeiro
. 9 Jan. (às 19h) - Casa do Alentejo em Lisboa
· 9 Jan. (às 22h) – Solar dos Zagalos - Sobreda


O Escândalo da Gripe A (Suína)


Nota prévia: ao iniciar esta rubrica a englobar na «etiqueta» que designarei por «Saúde», é meu intuito ir aqui abordando alguns temas de interesse geral de todos nós, contando obviamente com a vossa compreensão e contribuição com as opiniões e conhecimentos de cada um sobre os assuntos abordados. Escolhi como tema de abertura «Vacinas», um tema quente que está a «assustar» e não só, toda a população mundial. Ora vejamos como é que o «porco» arca com as culpas:

Neste Link temos acesso ao depoimento da ex-Ministra da Saúde da Finlândia, Dra. Rauni Kilde, é muito claro e corajoso.
Vejam a forma frontal como ela aborda a situação mundial neste assunto. O vídeo está legendado em Português e é de muita utilidade. Destaca ela nomeadamente:
* As alterações genéticas nos alimentos, nomeadamente na América;
* Os problemas que causam e onde se prevê agravamento, no uso de Telemóveis e afins;
* O negócio das Vacinas;
* A intenção em vir a reduzir a população mundial em cerca de 2/3 (5 biliões de pessoas) - daí a recomendação para ser dada prioridade em aplicá-la às «crianças e grávidas» - uma intenção séria de procurar eliminar a «próxima geração»?
* As mudanças entretanto introduzidas nas Leis para fugir às indemenizações aos lesados.

Oram vejam e deixem os Vossos comentários.

O que é a Fé?


Introdução: com este artigo publicado no site STUM passarei a colocar aqui os assuntos que, ainda que controversos, me parecem ser de muito interesse em geral. Poderá ter ainda à sua disposição «ligações» (Links destacados a cor ou sublinhado) onde poderá consultar outros detalhes e sugestões de cada autor dos artigos. Obviamente que caberá a cada um tirar as conclusões que muito bem entender - o intuito destes artigos é meramente informativo.


O que é a fé, termo tão desacreditado num mundo tecnológico?:: Osvaldo Shimoda ::

Os psiquiatras geralmente não pensam em termos religiosos, e eu, em especial, relutava muito em fazer isso. Teria evitado a palavra fé se ela não tivesse surgido espontaneamente durante meu estudo sobre a natureza da depressão.Fui forçado à conclusão de que o paciente deprimido é uma pessoa sem fé. Quando ocorre uma perda de fé, as pessoas parecem perder também o desejo e o impulso de se lançarem na vida. Sentem que não há nada para se buscar, nada porque lutar. E, como os meus pacientes deprimidos, sua atitude extrema é: Para quê?.
A pessoa que não tem fé não pode amar, e a pessoa que não pode amar não tem fé. As pessoas fortes têm fé e as pessoas que têm fé são fortes. Nossa única salvação está na fé.
Alexandre Lowen. O corpo em depressão – As bases biológicas da fé e da realidade. Concordo plenamente com as colocações desse famoso psiquiatra, criador da bioenergética, discípulo de Reich, notável por sua seriedade e postura científica.
A conclusão em seus estudos de que o paciente depressivo é uma pessoa sem fé, e que a única salvação está na fé, vai de encontro também com a minha prática clínica em meu consultório. Na Terapia Regressiva Evolutiva (T.R.E.) – A Terapia do Mentor Espiritual – Abordagem psicológica e espiritual breve canalizada por mim através dos Espíritos Superiores do Astral, a fé do paciente em relação a si, bem como nas forças invisíveis (nas preces e nas presenças espirituais amigas) são fundamentais para o êxito do tratamento.É lamentável ainda que a maioria dos intelectuais, refletindo um condicionamento academicista, restritivo e preconceituoso, sorria debochadamente desqualificando a importância da fé em nossas vidas. Desta forma, para ter fé é preciso descer do pedestal, cultivar a doçura no coração, a humildade, com uma visão receptiva e de verdadeira entrega. É preciso entender também que a é uma convicção visceral profunda, sentida internamente, não explicada racionalmente, apenas pode ser experienciada pela pessoa. Por isso, costumo dizer que a só se torna certeza através da vivência.Esse é o convite que faço aos meus pacientes quando na entrevista inicial de avaliação me perguntam se existe mesmo o mentor espiritual, se todos possuem um mentor espiritual - ser desencarnado diretamente responsável pela nossa evolução Espiritual. Por nos conhecer profundamente, pois vem nos acompanhando em várias encarnações, é a pessoa mais indicada, com mais autoridade para orientar o paciente em relação à causa de seus problemas, bem como sua resolução. E o meu papel, enquanto terapeuta, é procurar abrir o canal de comunicação entre o paciente e o seu mentor espiritual. Mas para que eu possa abrir esse canal de comunicação, é preciso que o paciente esteja aberto, receptivo para se comunicar com o seu mentor espiritual.
Nunca é demais ressaltar que uma pessoa de mente fechada é incapaz de aprender qualquer coisa nova. No ocidente, costuma-se falar mal de uma pessoa, rotulando-a de cabeça oca quando não tem conteúdo, não é inteligente ou é avoada. No entanto, no oriente, este é o maior elogio que se pode fazer a alguém, pois para se aprender algo de novo é preciso esvaziar a mente de preconceitos, de idéias preconcebidas a respeito de algo. Só assim estaremos capacitados para a arte de ouvir e aprender realmente.
Na Terapia Regressiva Evolutiva (T.R.E.) é preciso usar muito a intuição para se identificar, perceber a realidade espiritual, pois o paciente terá que ver com os olhos de seu espírito. Não é por acaso que as grandes descobertas surgiram quando os cientistas estavam com a mente aberta, relaxada e receptiva.As práticas meditativas têm por objetivo transcender o ego (mente racional), ou seja, silenciar as argumentações do ego para entrar em contato com o seu Eu Superior (alma, espiritual) e buscar o equilíbrio interno, a sabedoria de seu Eu Divino.
Assim também ocorre com a T.R.E. Em estado alterado de consciência - em alfa ou teta (transe hipnótico leve e médio, mas sempre consciente) -, o paciente entra em contato com o seu mentor espiritual.
Certa ocasião, um professor catedrático procurou um mestre Zen para que lhe explicasse o que era o Zen. Então, no cerimonial do chá começou a encher a xícara do visitante. Embora a xícara estivesse cheia, o mestre japonês continuou a enchê-la transbordando-a de chá. Não contendo, o professor o interpelou dizendo: Mestre, a xícara já está cheia!. O mestre respondeu: Assim como essa xícara se você também estiver com a cabeça cheia de conceitos e preconceitos, não poderei lhe ensinar o Zen. Portanto, esteja receptivo, aberto, esvazie sua mente antes.
Outro grande mestre - o mestre dos mestres -, Jesus Cristo, dizia: A verdade vos libertará . No entanto, a verdade só liberta para os que estão prontos, abertos para saber a verdade. O mesmo ocorre com a T.R.E. - somente os pacientes que estão receptivos, prontos para saber a causa de seus problemas se libertam dos bloqueios de seu passado. Por conta disso, que numa matéria de Terapia de Vidas Passadas (T.V.P.) publicada em 26/03/2008 pela revista ISTO É, esclareci que essa terapia não é indicada aos excessivamente céticos ou incrédulos em relação à regressão e à reencarnação, pois não vão se entregar a essa terapia.
Caso Clínico: Por que o meu sonho não se concretiza? Homem de 32 anos, casado. Veio ao meu consultório querendo entender o porquê de não conseguir concretizar seu sonho: ser um grande empreendedor. Antes tinha um pequeno negócio com um sócio, mas resolveu encerrar a sociedade por conta desse sonho. Sentia (intuía) que deveria focar em grandes negócios, pois nunca acreditou em pequenos negócios. Seu objetivo também era gerar inúmeros empregos, dar dignidade às pessoas - acreditava na força do trabalho. No entanto, com o passar do tempo, sua convicção, sua em suas idéias começou a se abalar, pois não conseguia fechar um negócio sequer (trabalhava com exportação). Chegava perto, mas não concretizava os negócios. E as dívidas também iam aumentando. Já tinha recebido propostas em montar pequenos negócios em sociedade, mas recusava por conta de seu sonho. No entanto, por não estar dando certo o negócio, começou a questionar se não estava sendo muito idealista, sonhador. Desta forma, resolveu me procurar. Ao regredir me relatou: “Estou vendo o meu falecido sogro. Eu o vejo numa fotografia em preto e branco (é comum nessa terapia, os espíritos desencarnados aparecerem mostrando só o rosto ou o corpo inteiro). Ele aparece numa foto - como quando em vida - vestindo uma camisa xadrez e com uma barriga saliente. Era uma pessoa muito boa, generosa, eu gostava muito dele (paciente relata chorando)”.- Pergunte ao seu sogro (a comunicação com os espíritos desencarnados se dá em pensamento, de forma intuitiva) se ele teria algo a lhe dizer? - Peço ao paciente.“Ele pede para eu falar com a minha esposa, filha dele, que está tudo bem com ele. Estou muito emocionado de vê-lo; há 15 anos que ele faleceu (paciente fala chorando).Ele pede para que eu a tranqüilize (sua esposa era muito ligada ao pai e até hoje sentia sua falta). Diz que está aprendendo muitas coisas boas no mundo espiritual. Manda um recado para nós (é comum também nessa terapia um parente desencarnado dar um recado ao paciente, encorajando-o, orientando-o acerca de seus problemas) dizendo que o que estamos passando - situação financeira e profissional desfavorável - está chegando ao final. É para agüentar mais um pouco, que tudo irá se resolver – (paciente relata chorando)”.
- Pergunte ao seu sogro se ele teria mais algum recado para passar aos seus familiares. – Peço ao paciente.
“Ele diz que o que tinha a me dizer já disse, e que não tem mais permissão para falar além do que foi falado (no plano espiritual existe uma hierarquia dos Espíritos Superiores que orientam o desencarnado para não falar nada que possa prejudicar o encarnado em suas aprendizagens). Eu o vejo nitidamente, está flutuando, em pé, na minha frente (pausa). Agora está se despedindo de mim, sorridente”.
Na 4ª sessão, o paciente me relatou: “Vejo uma luz branca, forte, é o meu mentor espiritual (embora só o veja como luz, a alma do paciente identifica, intui que essa luz é o seu mentor espiritual). Ele fala que tenho que aprofundar mais a minha fé, deixar de lado as minhas dúvidas, me entregar mais na fé. Diz ainda que tenho que exercitar a fé sem arrogância, a fé de entrega, não deixando que o meu ego racional, lógico, se sobreponha. Pede para não seguir o caminho que o meu ego indica, mas o que Deus vai colocar em minha vida. A partir do momento em que me entregar de coração, confiar na minha intuição, os caminhos vão se abrir. Pede para não controlar a vida, que devo soltar mais as coisas. Diz que essa é a verdadeira entrega, a verdadeira fé. Reitera que o principal objetivo em minha vida é fortalecer a minha fé, mas que já está sendo praticado por mim (em verdade, muitos pacientes vem nessa terapia para fortalecer a fé nas forças invisíveis e não para regredir, descobrir algo de seu passado)”.
- Pergunte ao seu mentor espiritual por que até agora não se concretizou o seu sonho como empreendedor? – Peço ao paciente.
Ele fala que eu não estava ainda preparado para isso, pois como empreendedor, iria encontrar muitos obstáculos e, para superá-las, é preciso ter a verdadeira fé. Na verdade, até então eu estava escutando mais o meu ego do que a minha intuição (sabemos que os grandes empresários confiam muito no seu feeling, em sua intuição). Diz que as coisas vão vir gradativamente, proporcionais à minha entrega. Mas fala que estou no caminho certo. Ressalta que é pelo caminho da fé que vai vir tudo, e que não tem outro caminho. Fala também que eles me influenciaram (intuíram) para que eu largasse aquela sociedade. Foi uma forma de apressar o meu amadurecimento espiritual. Se não fosse dessa forma, eu iria me acomodar e talvez nem na vida atual conseguisse transcender essa etapa de fortalecer a minha fé, que eu precisava passar. Somente dessa forma consegui ultrapassar essa fase; caso contrário permaneceria num círculo vicioso de várias encarnações e não conseguiria atingir o meu verdadeiro objetivo. Fala ainda que tenho uma missão grande, na qual vou poder beneficiar muita gente, dando dignidade às pessoas por meio do trabalho. Esclarece que o nosso tratamento está concluído, agradece a você por ter sido um canal para que ele pudesse conversar comigo e me orientar a respeito de meu verdadeiro propósito de vida”.
Após o término do tratamento, o paciente me enviou um e-mail comentando que sua esposa lhe disse que ele estava mudado. Lembrou que, antes da terapia, quando algo dava errado em sua vida ficava arrasado, bastante deprimido. Agora, estava transpondo as adversidades da vida de outra forma, ou seja, estava mais maduro, sereno, com mais fé e mais confiança.
Nota informativa:
Osvaldo Shimoda é colaborador do STUM, terapeuta, criador da Terapia Regressiva Evolutiva (TRE), a Terapia do Mentor Espiritual - Abordagem psicológica e espiritual breve canalizada por ele através dos Espíritos Superiores do Astral. Ministra palestras e cursos de formação de terapeutas nessa abordagem. Acesse seu Site, fazendo click aqui.


quarta-feira, 25 de novembro de 2009

A Alma Alentejana no Aniversário da ARPCA




Foi hoje entre as 15 e as 17 horas que os dois grupos de animação cultural da Alma Alentejana, os Cavaquinhos e as Sevilhanas estiveram a dar o seu contributo numa tarde bem animada, numa sala repleta de «jovens» (quase todos acima dos 7o anos) que não se cansaram de aplaudir vibrantemente as duas actuações.
A abrir o evento, tivemos a actuação do grupo da casa, dirigido pelo Maestro Prof. Carita, que enalteceu a importância destes convívios e partilhas, especialmente no factor psicológico.
No final e após a actuação das Sevilhanas, deu gosto ver os nossos «jovens» dar ao pé num ritmo bem vivo das danças Sevilhanas (Bandolero e &), não deixando transparecer o mínimo de cansaço ou maleita - assim sim! Parabéns à ARPCA...e até qualquer dia por aí, pois nos vamos encontrando ao longo do ano.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

3ª Feira do Cogumelo e do Medronho em Almodôvar


É já nos próximos dias 28 e 29 Novembro que a Câmara de Almodôvar organiza mais uma Feira do Cogumelo e Medronho, que se espera muito animada, à semelhança do ano anterior, com a animação cultural segundo Cartaz acima exposto.
Foi com grande prazer que, dentro das excelentes relações de amizade com a Câmara de Almodôvar, recebemos este Convite enviado pelo Dr. Rui Cortes.
Infelizmente, por razões de outros compromissos assumidos para a mesma data, não nos será possível comparecer. Mas aconselhamos os que possam a fazê-lo, as nossas gentes Alentejanas bem o merecem.
À Câmara de Almodôvar um bem haja pelo trabalho que vinha realizando até aqui e que esperamos continue por forma a dar jus à sua re-eleição.

É já neste fim de semana, nos dias 28 (Sábado) e 29 (Domingo) que se irá realizar mais um dos habituais fins de semana organizados pela Alma Alentejana, desta vez no Clube do Sargento da Armada - Feijó (Almada).

Como vem sendo hábito, para além da «Exposição e Venda de Produtos Alentejanos e Artesanato», teremos ainda «Animação Cultural» em ambos os dias, com o programa que se indica:

Sábado - dia 28 Novembro:
12h - Abertura
16,30h - Cantadeiras da Alma Alentejana
17h - Sevilhanas da Alma Alentejana
17,30h - Cavaquinhos da Alma Alentejana

Domingo - dia 29 Novembro:
12h: Abertura
16,30h - Os Amigos da Malagueira - Évora
17,30h - Coro Polifónico do Clube Sargento da Armada do Feijó


Delegação
Praceta do Clube do Sargento da Armada
2810-044 Feijó - Tel./Fax: 21 259 1641 Perto do Mercado - LIDL


Difembaquia 4 - Considerandos gerais sobre Plantas



O essencial sobre esta planta dita «venenosa» já aqui foi destacado nos artigos anteriores (ver «Difembaquia 1 a 3»).

Achei contudo por bem, e até porque é minha intenção dar aqui destaque a outras plantas englobadas nesta denominação, dentre as que fazem parte do nosso dia a dia, deixar aqui alguns considerandos sobre o que se entende por plantas e «plantas venenosas».
Planta: é o nome genérico que compreende todos os vegetais, ou, mais restritamente, vegetal de que se não extrai madeira ou que não é árvore;
Veneno: qualquer substância que altera ou destrói as funções vitais;
Venenoso: que contém veneno ou que o produz; planta ou animal venenoso.
No entanto, o termo planta, ou vegetal, é muito mais difícil de definir do que se poderia pensar. Desta forma, junto mais alguns detalhes sobre este assunto, recolhidos da Wikipédia, onde poderão ver ainda muito mais sobre o mesmo assunto em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Plantae
Nota: poderão analisar ao pormenor, fazendo click em cada uma das hiperligações em destaque a sombreado.
Plantae
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Para outros significados de Planta ver Planta (desambiguação)
Plantas
Ocorrência: Câmbrico (+/-520 MA) - Actualidade

Classificação científica
Domínio:
Eukaryota
Reino:
PlantaeHaeckel, 1866[1]
(sem classif.)
Archaeplastida
Divisões
Algas verdes
Chlorophyta
Charophyta
Nematophyta
Embryophyta - as plantas terrestres
Plantas não-vasculares (Bryophyta sensu lato)
Marchantiophyta (Hepaticophyta) - as hepáticas
Anthocerotophyta - antóceros
Bryophyta (sensu stricto) - os musgos
Tracheophyta - as plantas vasculares
Rhyniophyta
Zosterophyllophyta
Trimerophytophyta
Lycopodiophyta - licopódios e selaginelas
Pteridophyta - samambaias (fetos) e cavalinhas
Spermatophyta - plantas com sementes
Pteridospermatophyta - Fetos de semente
Gymnospermae - (Gimnospérmicas)
Pinophyta - as coníferas, incluindo os pinheiros
Cycadophyta - as cicadáceas
Ginkgophyta - o ginkgo
Gnetophyta - as efedras
Angiospermae - (Angiospérmicas)
Magnoliophyta - as plantas com flores
O Reino Plantae, Metaphyta ou Vegetabilia[2] (Vegetal) é um dos principais grupos em que se divide a vida na Terra (com cerca de 350.000 espécies conhecidas, incluindo uma grande variedade de ervas, árvores, arbustos, plantas microscópicas, etc). São, em geral, organismos autotróficos cujas células incluem um ou mais organelos especializados na produção de material orgânico a partir de material inorgânico e da energia solar, os cloroplastos.
No entanto, o termo planta, ou vegetal, é muito mais difícil de definir do que se poderia pensar. Lineu definiu o seu reino Plantae incluindo todos os tipos de plantas "superiores", as algas e os fungos. Depois de se descobrir que nem todas eram verdes, passou-se a definir planta como qualquer ser vivo sem movimentos voluntários. Aristóteles dividia todos os seres vivos em plantas (sem capacidade motora ou órgãos sensitivos), e em animais - esta definição foi aceite durante muito tempo. No entanto, nem esta definição é muito correcta, uma vez que a sensitiva (Mimosa pudica, uma leguminosa), fecha os seus folíolos ao mínimo toque, entre outras causas, como o fim do dia solar.
Quando se descobriram os primeiros seres vivos unicelulares, eles foram colocados, em termos gerais, entre os protozoários quando tinham movimento próprio. As bactérias e as algas foram colocadas noutras divisões do reino Plantae – no entanto, foi difícil decidir a classificação, por exemplo, de algumas espécies do gênero Euglena, que são verdes e altamente móveis.
A classificação biológica mais moderna – a cladística – procura enfatizar as relações evolutivas entre os organismos: idealmente, um taxon (ou clado) deve ser monofilético, ou seja, todas as espécies incluídas nesse grupo devem ter um antepassado comum.
Pode-se, então, definir o Reino Viridaeplantae ("plantas verdes") ou apenas Plantae como um grupo monofilético de organismos eucarióticos que fotossintetizam usando os tipos de clorofila a e b, presente em cloroplastos (organelos com uma membrana dupla) e armazenam os seus produtos fotossintéticos, tal como o amido. As células destes organismos são, também, revestidas duma parede celular constituída essencialmente por celulose.
De acordo com esta definição, ficam fora do Reino Plantae as algas castanhas, as algas vermelhas e muitos seres autotróficos unicelulares ou coloniais, actualmente agrupados no Reino Protista, assim como as bactérias e os fungos, que constitutem os seus próprios reinos.
Cerca de 300 espécies conhecidas de plantas não realizam a fotossíntese, sendo, pelo contrário parasitas de plantas fotossintéticas.

De seguida irei finalizar este assunto, com mais alguns considerandos, agora sim, sobre plantas ditas «venenosas».

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Cantadeiras, Cavaquinhos e Sevilhanas da Alma Alentejana no Monte de Caparica




É já dia 20 De Novembro (Sexta), a partir das 18h no Clube Raposense (Banática - Monte de Caparica), que as Cantadeiras, os Cavaquinhos e as Sevilhanas da Alma Alentejana irão abrilhantar o Aniversário da Junta de Freguesia de Caparica.

Numa tarde que, à semelhança dos anos anteriores se espera bem animada, o Alentejo vai mais uma vez estar presente entioando algumas das suas mais belas e populares Modas Alentejanas:
1) O Alentejo não tem fim (num Poema de Euclides Cavaco)
2) Alentejo como eu te adoro (num Poema de Rosa Dias9
3) Terra Mãe do Bom Coração (num Poema de Manuel Martins
4) Venham ver o Alentejo
5) Ó Alqueva
6) Ceifeiros de Alba (Lorca)

Difembaquia 3 - Outras opiniões







Fazendo click na ligação acima, encontraremos mais detalhes sobre esta planta, com destaque para a sua eventual «toxicidade», facto que parece uma constante nas várias espécies anteriormente aqui referidas, ainda que mais evidentes em algumas, devido à presença no seu suco do «oxalato de cálcio» (e outros, segundo alguns estudiosos), principal responsável pela danificação dos tecidos da pele e intoxicações graves nos sistemas orgânicos principais - neste ponto as várias opiniões registadas parecem ser unânimes sobre os efeitos tóxicos desta planta que se encontra por todo o mundo espalhada pelos átrios dos hóteis e em nossas casas.

Não sendo pois motivo para alarmismo, é recomendada em geral uma atenção especial na parte da jardinagem, sempre que se trate de ter que se expôr ao contacto directo do suco desta planta, sendo requerida uma atenção especial, nomeadamente por parte das crianças mais pequenas, que têm tendência a colocar tudo na boca, e os animais.

Na hiper-ligação acima indicada, no que se refere à «toxicidade» desta planta é referido:

« Contém muito «oxalato de cálcio» que danifica os tecidos da pele por contacto. Provoca vómitos, inflamações e até pedras no rim. É de registar que os «oxalatos de cálcio e magnésio» são um dos principais componentes das ditas «plantas venenosas», grupo em que esta se inclui.

Os «sintomas» apresentados são ampolas na pele semelhantes a úlceras e, em contacto com os olhos causam perdas de visão. O seu «tratamento» (idêntico para todos os casos de uso de «plantas venenosas») requer uma atenção médica imediata, que passa por lavagens ao estômago, provocação de vómitos e respiração assistida».
Aproveitei para recolher outras opiniões nos vários Portais que a Net nos oferece, onde de uma forma geral a «toxicidade» desta planta é reconhecida; registei até alguns testemunhos de casos ditos concretos de experiências mais ou menos graves e dolorosas passadas com algumas pessoas; mas também encontrei um registo que diz tratar-se da «patranha do século». Será? O juízo de tal/tais informação/informações, fica ao critério de cada um - o aviso, esse, aqui fica.
Naturalmente que o critério de acreditar ou não na «toxicidade» desta planta cabe a cada um - por sinal até ontem vi duas destas plantas à venda do Fórum de Almada por 16 Euros, lindas, «lindas de morrer»... o que eventualmente até se aplica bem neste caso...

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Difembaquia 2 - (continuação) na Wikipédia


Nota: antes da leitura deste artigo, sugerimos que leia primeiro o artigo anterior: «Difembaquia 1 - Início».

No seguimento do artigo prévio sobre a «toxicidade» desta planta tão comum em nossas casas, vejamos o que nos é cedido pela enciclopédia Wikipédia:


Dieffenbachia Schott é um género de origem neotropical, pertencente à família das Araceae, englobando cerca de 135 espécies de plantas herbáceas perenes, conhecido pelas suas folhas variegadas. Várias espécies deste género são populares como plantas de decoração interior, dada a beleza das suas folhas e a sua tolerância ao ensombramento, podendo sobreviver em lugares com muito baixa luminosidade e elevada secura do ar. A espécie mais utilizada é a Dieffenbachia picta Schott (sinónimo de Dieffenbachia seguine (Jacq.) Schott), mais conhecida por Comigo-ninguém-pode (pt-br) ou Difenbáquia (pt-pt). O nome do género homenageia Ernst Dieffenbach (1811 - 1855), um naturalista alemão, tradutor da obra de Charles Darwin, com o qual se correspondia.
Características
Género composto por plantas herbáceas, perenes, com caules grossos, algo suculentos, e folhas alternas, geralmente lanceoladas a obovadas, com marcas brancas ou amareladas formando padrões simétricos em relação à sua linha mediana. O variegado das folhas pode variar, acentuando-se nas folhas mais velhas. Os pecíolos são longos, com uma bainha que cobre parte do caule.
As flores são nuas, agrupando-se em espádices construídas em torno de um eixo engrossada, em geral curto. As espatas são em geral brancas, muitas vezes esverdeadas, com porções que podem ser amareladas.
Muitas espécies deste género possuem como material ergástico nalgumas células do caule e das folhas longos feixes de cristais aciculares de oxalato de cálcio monohidratado designados por ráfides. Estas células são alongadas e funcionam como protecção contra o ataque por herbívoros.
Os ráfides de oxalato de cálcio presentes nas folhas de Dieffenbachia seguine, uma espécie típica do género, aparecem em duas formas: (1) pequenos ráfides com 10 a 20 μm de comprimento e cerca de 1 μm de diâmetro; e (2) ráfides com 130 a 150 μm de comprimento e cerca de 3 μm. Os ráfides têm pontas aceradas em ambos os extremos e estão contidos em células alongadas dispersa aleatoriamente pelos tecidos das folhas e da superfície do caule, das quais são expelidos pelos extremos quando a célula é comprimida.
Associados aos ráfides estão por vezes presentes compostos que potenciam a reacção alérgica, como a proteínase dumbcaina, os quais quando injectados nas microperfurações cutâneas feitas pelos ráfides, provocam dor intensa, comichão ou ardor, em geral acompanhados por edema.
Toxicidade
As células do caule e folhas das plantas deste género contém cristais aciculares de oxalato de cálcio chamados ráfides. Se as partes da planta que contém ráfides forem ingeridas, os cristais perfuram as mucosas, causando ardor na boca e garganta.
Do ataque mecânico em geral resulta inflamação e o desencadear dos mecanismos de resposta imunitária, levando à formação de edema, que pode ser severo, o qual em humanos em geral leva à perda temporária da voz. Daí que estas plantas recebam no sul dos Estados Unidos da América, onde são comuns, o nome de dumb-cane (cana-do-mudo). O inchaço pode ser fatal se levar ao bloqueio dos canais respiratórios.
Esta capacidade da ingestão irritar as mucosas foi utilizada como forma de punir os escravos, em cuja boca eram colocadas folhas de Dieffenbachia. Estão descritos numerosos acidentes domésticos, envolvendo bebés e crianças muito jovens, resultantes da ingestão ou simples introdução na boca de folhas de plantas decorativas do género Dieffenbachia, por vezes tendo levado à morte por edema da glote. A mesma situação está descrita para gatos domésticos que adquiriram o hábito de roer plantas.
Espécies e variedades
O género Dieffenbachia Schott tem aproximadamente 135 espécies, a maioria das quais ocorrendo na América do Sul e Central. Os maiores centros de diversidade do género situam-se na Colômbia (37 espécies), Equador (34), Peru (30), Brasil (27), Panamá (20) e Costa Rica (13). Ocorrem 26 espécies na América Central. Apenas algumas espécies podem ser consideradas como de larga distribuição, entre elas Dieffenbachia seguine (Jacq.) Schott, cuja ocorrência se estende das Caraíbas ao Brasil.
Entre muitas outras, citam-se as seguintes espécies:
Dieffenbachia aurantiaca Engl.
Dieffenbachia beachiana Croat & Grayum
Dieffenbachia burgeri Croat & Grayum
Dieffenbachia concinna Croat & Grayum
Dieffenbachia copensis Croat
Dieffenbachia crebripistillata Croat
Dieffenbachia davidsei Croat & Grayum
Dieffenbachia fortunensis Croat
Dieffenbachia fosteri Croat
Dieffenbachia galdamesiae Croat
Dieffenbachia grayumii Croat,
Dieffenbachia hammelii Croat & Grayum
Dieffenbachia harlingii
Dieffenbachia horichii Croat & Grayum
Dieffenbachia isthmia Croat
Dieffenbachia killipii Croat
Dieffenbachia longispatha Engl. & K. Krause
Dieffenbachia longivaginata
Dieffenbachia lutheri Croat
Dieffenbachia macrophylla Poepp.
Dieffenbachia nitidipetiolata Croat
Dieffenbachia obscurinervia Croat
Dieffenbachia oerstedtii Schott
Dieffenbachia paludicola N.E. Br.
Dieffenbachia panamensis Croat
Dieffenbachia parvifolia
Dieffenbachia pittieri Engl. & K. Krause
Dieffenbachia seguine (Jacq.) Schott
Dieffenbachia standleyi Croat
Dieffenbachia tonduzii Croat & Grayum
Dieffenbachia wendlandii Schott
Dada a sua popularidade como planta ornamental, foram desenvolvidas múltiplas variedades e cultivares, tornando complexa a sua identificação. Os taxa mais conhecidos como ornamentais são os seguintes:
Espécies:
Dieffenbachia bowmanni
Dieffenbachia amoena hort. ex L. Gentil
Dieffenbachia bausei hort. Chiswick
Dieffenbachia hilo hort.
Dieffenbachia macrophylla Poepp.
Dieffenbachia rebecca hort.
Dieffenbachia seguine (Jacq.) Schott (sinonimia taxonómica: Dieffenbachia maculata; Dieffenbachia picta)
Variedades
Dieffenbachia 'Alfredo'
Dieffenbachia 'Aurora'
Dieffenbachia 'Bali Hai'
Dieffenbachia 'Exotica'
Dieffenbachia 'Star Light'
Referências
Croat, Thomas B., Revision of Dieffenbachia (Araceae) of Mexico, Central America, and the West Indies, in Annals of the Missouri Botanical Garden: Vol. 91, No. 4, pp. 668–772
Nota: poderá fazendo click em todas as «hiper-ligações» (sublinhados a azul) ver detalhes sobre a palavra assinalada. Poderá ainda na ligações abaixo analisar muitos mais detalhes sobre esta Planta.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Difembaquia (1) - Início



De um amigo recebi um mail sobre uma «Planta (dita) Venenosa», que vemos na maioria das casas e à venda na maioria dos locais. Acontece que o «Mundo das Plantas» sempre me fascinou, desde que me conheço, por ser o «reino» com que melhor me identifico e onde tenho algumas das minhas melhores amigas (há quem diga que falo com elas e eu direi que não, antes pelo contrário, eu só procuro responder às questões que elas interminavelmente me colocam). Vai daí, achei por bem iniciar uma «Etiqueta» subordinada a este tema, até por constatar que, mesmo até a nível da Internet, as informações de utilidade são muito poucas e pouco concisas.


Ora numa primeira abordagem irei colocar aqui a informação constante no mail recebido, a que irei juntando informações complementares noutros dias. Até lá, os Vossos «comentários» e eventuais conhecimentos adicionais sobre este assunto, serão bem-vindos: Ora vamos lá então:


(Início de citação)
VIVIENDO CON EL ENEMIGO: DIFFEMBACCHIA CAMILA. URGENTE
Saudação cordial:
Nunca este meio foi tão necessário para enviar uma mensagem tão urgente quanto esta, embora, por vezes, se possa pensar que existe alarmismo desnecessário.



Esta história é verdadeira e passou-se com um familiar meu, na semana passada...
Peço que a divulguem....
Esta planta tão linda que vemos na foto, chama-se difembaquia da variedade camila, que se comercializa como uma formosa planta decorativa, de aparência inofensiva.
Na realidade contém um dos venenos mais tóxicos e poderosos da natureza.
O meu familiar, há quatro dias, estava a regar as plantas do seu escritório e, por um acto irreflectido, levou à boca, durante menos de um segundo, um pequeno pedaço de uma folha de uma difembaquia como a da foto. Imediatamente sentiu o ardor de uma queimadura... correu para o sanitário e, ao ver o seu rosto reflectido no espelho, ficou em pânico por constatar que estava a ficar totalmente roxo. A língua ficou bastante inchada...
Um amigo que estava com ele, levou-o num táxi à Clínica Colombia de Sanitas....


O trajecto, de pouco mais ou menos meia hora, pareceu-lhe uma eternidade... aumentava-lhe a dificuldade em respirar e a dor intensa que sentia nas vias respiratórias era insuportável.
O amigo do meu familiar teve o cuidado de levar um pedaço da planta para a clínica. Ao chegarem atenderam-no de imediato e prestaram-lhe os primeiros socorros através de medicamentos à base de corticóides para atenuar a hiperactividade bronquial e recebeu oxigénio. Foi internado na Unidade de Cuidados Intensivos e os médicos temeram que pudesse não sobreviver a uma paragem cardíaca. Estiveram prestes a entubá-lo. Apesar da rápida assistência, os seus órgãos respiratórios internos sofreram graves lesões... Um dos pulmões começou a colapsar, a parte interior das vias aéreas superiores encheu-se de chagas, a boca de aftas e a dor era tão intensa que nem a morfina o aliviava.
Na UCI permaneceu até sábado.
Os médicos ficaram admirados por ele ter sobrevivido mais de dez minutos ao contacto com a venenosa planta…
Li algo sobre esta planta na internet e só uma página sobre plantas ornamentais indica, de maneira aproximada, qual é o seu nível de toxicidade, que é, na verdade, extremo...
Sabe-se que a seiva leitosa concentrada no talo e junto ao pecíolo da folha, é usada tradicionalmente por indígenas amazónicos para envenenar a ponta dos seus dardos de caça. O simples contacto da mão sobre os olhos após a sua manipulação, produz cegueira temporária. Pode causar a morte de um bebé em pouco menos de dez segundos e normalmente asfixia uma pessoa em pouco menos de vinte minutos... Nunca se deve manipular sem luvas de cabedal ou borracha e sempre com extrema precaução.
A informação disponível na internet trivializa a sua potência letal... Como é tão popular, será conveniente que as pessoas conheçam as suas características naturais para que possam decidir se vale a pena tê-la como ornamento, quando um simples contacto casual, acidental ou provocado pode causar-nos a morte em poucos instantes.
Peço-vos para reenviarem esta mensagem a todos os vossos contactos; podemos salvar alguma vida e em todo o caso, advertimos do perigo da sua presença na nossa companhia.


(fim de citação)



Agora deixo aqui a pergunta: «Que sabem sobre esta planta? Até que ponto deve este aviso tomado em consideração?»

Amanhã continuaremos na abordagem a este tema que me parece de grande utilidade, numa consulta à «Wikipédia»




segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Confiar sem se machucar?


Quase sempre criamos expectativas em nossas relações pessoais, afectivas, familiares. Confiamos, acreditamos, gostamos e muitas vezes nos decepcionamos e nos machucamos. Criamos ilusões diante de quem conhecemos e quando estes têm comportamentos inesperados, o chão de nossa segurança desaparece e nos sentimos ameaçados. Quando isso acontece, muitas vezes custamos a acreditar nos fatos, apesar deles serem reais e estarem à nossa frente. Como defesa para não sentirmos a dor, negamos, fugimos, mas logo a mágoa volta para nos lembrar que fomos enganados, traídos.

Muitas vezes, dependendo do grau do envolvimento, acabamos por confundir a realidade com nossas necessidades e vemos o outro como desejamos que fosse e não como ele se apresenta. Ou seja, com muita facilidade confundimos ideal com real. Claro que outras vezes, o outro faz de tudo para acreditarmos que ele seja como um anjo, mas com o tempo percebemos que estava muito distante disso.

Os principais responsáveis por nossas desilusões somos nós mesmos, pois idealizamos a outra pessoa e, ainda que inconscientemente, projectamos nela a responsabilidade de satisfazer as nossas necessidades. Assim, perdemos a capacidade de discernir a realidade da necessidade e a própria responsabilidade de suprirmos as nossas carências. Se reparar melhor e voltar um pouco ao passado, talvez perceba que foi enganado, na verdade, por ignorar a sua intuição, a sua voz interior, que quase sempre diz: "não vai dar certo, não confie, não vá adiante". Ignoramos os nossos valores como se não fosse correcto confiar em nossa própria voz. E aí nos enganamos e nos machucamos. Isso quer dizer que não devemos acreditar nas pessoas? Devemos acreditar acima de tudo em nós mesmos, e muitas pessoas confiam mais em outras pessoas do que em si próprias e esse não é o melhor caminho. O que devemos evitar é colocar todo o nosso referencial de vida e valores no outro, deixar de viver a própria vida e viver a vida do outro.

Não podemos perder o nosso referencial interno, pois ao mantermos as nossas referências, ficará mais difícil alguém nos decepcionar a ponto de nos perdermos de nós mesmos.

Algumas pessoas sofrem demais, porque na verdade, esperam demais, ou ao menos, esperam que o outro tenha respeito e valores semelhantes aos seus, o que nem sempre acontece. Confiar em alguém nos dias de hoje é algo muito delicado.

Se você se considera uma vítima constante de pessoas assim, não será hora de parar um pouco e repensar sobre os seus próprios valores e a forma de conduzir a própria vida? Ou ainda, não confiar tanto assim? Você pode sofrer por ter sido enganado, mas sofrerá muito mais por se ter deixado enganar. De nada adiantará ficar revoltado, brigar com o mundo, achar que não se deve mais acreditar no ser humano. Mas talvez seja importante para si acreditar acima de tudo em você mesmo.

Lembre-se que quem engana o outro, na verdade, está enganando e fugindo de si próprio. Ou seja, quem "brinca" com os sentimentos de alguém, quem machuca o outro, está desrespeitando antes de tudo a si mesmo, escondendo-se atrás de máscaras por não conseguir suportar os seus intensos conflitos internos. Parece que pessoas assim se esquecem que com o tempo as consequências se podem inverter, tendo efeito bumerangue: vai e volta. Estão tão atentas em como lesar ou prejudicar o outro que nem conseguem perceber o mal que estão causando a si mesmas e nem se dão chance de descobrirem que podem ser muito felizes sem ser preciso machucar alguém.

Em qualquer relacionamento, e independentemente do tempo que se mantenha, podemos ouvir o que nos dizem, entender o que pensam, ou melhor, dizem pensar, mas dificilmente saberemos o que realmente sentem. Se até os nossos próprios sentimentos nos fogem ao controle, imagine o que o outro sente.

Amizade, cumplicidade, ética, responsabilidade, comprometimento, respeito, são valores hoje muito difíceis de serem encontrados.Talvez por isso, seja tão importante valorizarmos aqueles que nos são caros, que mostram coerência entre o que sentem, fazem e falam. E mais importante ainda, é valorizarmos a nossa intuição, que muitas vezes nos diz para não seguirmos adiante, mas ignoramos e seguimos em frente e depois nos decepcionamos, não só com o outro, mas também com nós mesmos. Por isso, observe mais, fale menos e tenha a certeza que para alguém ser especial para você e participar da sua vida, deve respeitar ao outro como a si mesmo o que, infelizmente, poucos conseguem. Por tudo isso, confie acima de tudo em si mesmo! E no máximo em uma folha de papel em branco, se quiser desabafar. E lembre-se do escreveu Jean Paul Sartre: "Não importa o que fizeram connosco, o que importa é aquilo que fazemos com o que fizeram de nós".

O Cante de Almodôvar na Casa do Alentejo



O CANTE DE ALMODÔVAR NA CASA DO ALENTEJO, NO PRÓXIMO SÁBADO, DIA 21 DE NOVEMBRO, A PARTIR DAS 15,30H

A actuação integra-se numa sessão cultural organizada por um Grupo de Almodovarenses, residentes na Grande Lisboa.


Actuam os Grupos "VOZES DE ALMODÔVAR" E "CEIFEIRAS DA SEMBLANA".

sábado, 14 de novembro de 2009

Madalena


- Disse-lhe Jesus: Maria !
Ela, voltando-se, disse-lhe: Mestre ! -
João: 20-16

Dos factos mais significativos do Evangelho, a primeira visita de Jesus, na ressurreição, é daqueles que convidam à meditação substanciosa e acurada.
Por que razões profundas deixaria o Divino Mestre tantas figuras mais próximas da sua vida, para surgir aos olhos de Madalena, em primeiro lugar ?
Somos naturalmente compelidos a indagar porque não teria aparecido, antes, ao coração abnegado a amoroso que lhe servira de Mãe, ou aos discípulos amados...

Entretanto, o gesto de Jesus é profundamente simbólico em sua essência divina.
Dentre os vultos da Boa-Nova, ninguém fez tanta violência a si mesmo, para seguir o Salvador, como a inesquecível obsidiada de Magdala. Nem mesmo Paulo de Tarso faria tanto, mais tarde, porque a consciência do apóstolo dos gentios era apaixonada pela Lei, mas não pelos vícios.

Madalena, porém, conhecera o fundo amargo dos hábitos difíceis de serem extirpados, amolecera-se ao contacto de entidades perversas, permanência «morta» nas sensações que operam a paralisia da alma. Entretanto, bastou o encontro com o Cristo para abandonar tudo e seguir-lhe os passos, fiel até ao fim, nos actos de negação de si própria e na firme resolução de tomar a cruz que lhe competia no calvário redentor da sua existência angustiosa.
É compreensível que muitos estudantes investiguem a razão pela qual não apareceu o Mestre, primeiramente a Pedro ou a João, a sua Mãe ou aos amigos. Todavia é igualmente razoável reconhecermos que, com o seu gesto inesquecível, Jesus ratificou a lição de que a sua doutrina será para todos os aprendizes e seguidores do código de ouro das vidas transformadas para a glória do bem.

Ninguém, como Maria de Magdala, houvera transformado a sua, à luz do Evangelho redentor.



Falripas de Jesus – Volume 1

Luis – 2001-01-23

"Esperança"




"Esperança"


Dizem que a palavra esperança de verdinho se vestiu


Dizei-me quem viu a esperança, dizei-me quem foi que a viu


Tenho a certeza que verde, não é a cor da esperança


Porque a esperança só existe, no olhar duma criança


E neste mundo turbulento quem é que vai ter vagar


De examinar as crianças bem dentro do seu olhar.


Pegai ó povo da terra, pelas mãos duma criança

Olha-a bem dentro dos olhos

Para assim neles tu veres a cor que tem a esperança


E alem da esperança, vereis.


Amor, perdão, ternura, pureza, fé e brandura


E neste ser pequenino, que tanta beleza encerra


Há esperança neste olhar, alcançando toda a terra


E essa cor que tu vês no olhar duma criança


Noutro lugar não vereis a cor que tem a esperança


É a criação mais bela que Deus colocou na terra


Nela tu vás encontrar armas das mais poderosas


Para acabares com a guerra


É só humilhares-te um pouco, não dês voltas à cabeça


Pois perto de cada homem, Deus põe sempre uma criança


Deita fora o armamento que serve para matar


A esperança que não viste numa criança a chorar
Com essas armas de ferro, lavra a terra meu irmão


Vamos fazer boas vinhas, boas searas de pão




Vamos mostrar para as crianças


Que dentro de cada homem, existe um coração
E que o homem sendo homem, voltará a ser criança


P’ra no seu olhar nós vermos a cor que tem a esperança.

Rosa Dias
1979- 2009




Rosa Dias no seu Blog «Rosa de Mesinha», que pode ver fazendo click aqui: http://jrosadocm.blogs.sapo.pt/

À Sombra da Cruz


« Se não despes todas as tuas vestes,
não poderás receber a Luz...»


Um dia, um homem ao passar num caminho escuro e longe da aldeia em que morava, encontrou no chão a seus pés, um alforge de couro cheio de qualquer coisa que pesava muito. Olhou, tornou a olhar e como não visse ninguém, pegou no saco e escondeu-o debaixo do casaco.
Começou a andar precipitadamente, quase correndo, até que pudesse encontrar um local mais claro onde pudesse ver o que continha o alforge e satisfazer assim a sua curiosidade. Chagando perto de uma clareira, uma nuvem descobriu a lua e a sua luz inundou tudo como se fora dia. Havia perto um casebre e o homem receou que aparecesse alguém repentinamente e o surpreendesse com o saco nas mãos.
- Não, aqui não estou seguro. Vou andar mais algum tempo até encontrar um sítio absolutamente isolado. E continuou...
A sua ânsia aumentava, porque aquele peso que levava consigo, dava-lhe uma excitação que o fazia arquejar.
Mas os casebres sucediam-se e a lua maliciosa parecia escarnecer com o viandante, mostrando ao longo do caminho toda a sua claridade como se o quisesse iluminar. Já tinha andado uma boa hora, quando as casas se foram tornando mais raras até que, até cerca de mais de um quilómetro percorrido, não avistou mais nenhum sinal de vida. E era muito tarde já para que algum caminheiro retardatário se atrevesse por caminhos tão esconsos.
- Estou só e seguro, finalmente – disse. Mas a lua que traiçoeiramente se tinha escondido, de novo deixou o homem e tudo o que o rodeava na mais profunda escuridão.
- Sentar-me-ei nesta pedra até que a luz volte; entretanto desatarei o saco, para ver se pelo tacto conseguirei saber o que é. Talvez muito dinheiro, talvez jóias; talvez seja a minha fortuna,- disse.
Desatado o alforge, o homem verificou que pela forma e pelo tilintar, deviam ser moedas. De ouro? De prata? E já se via senhor de muitos criados a trabalhar para si e para os seus. Searas brilhando ao Sol e os celeiros cheinhos de loiras espigas.
- Que sorte tive, monologava ele. E como desconheço quem perdeu tal riqueza, tornar-se-á legitimamente minha.
Mas a lua, a temível lua, apareceu outra vez iluminando o caminho, as sebes, as pedras e todo o local. Avidamente o novo homem rico olhou em roda e assustado viu à sua frente uma sombra enorme em forma de cruz. Levantou-se e verificou que ali se erguia um pequeno cruzeiro sobre um pedestal de pedra e em cujo degrau estivera sentado.
Na cruz viu um sinal, e persignando-se, ajoelhou no chão e olhou para o alto com o remorso no coração. Dolorosamente a sua voz, num sentimento de cruel amargura, elevou-se até à cabeça coroada de espinhos:
- Pequei meu Deus, pequei com o coração cheio de cobiça por um tesouro que não me pertencia. Fui desonesto, Senhor, fui um ladrão. A tua sombra protectora, porém, transformou-me e fez-me voltar a sentir o que abafei com o peso do ouro. Julguei-me só e por momentos esqueci que nunca ninguém está sozinho...

Seria bom lembrar-mo-nos sempre deste homem que quis desviar-se da luz, tendo sempre presente que a sombra protectora que vem do Alto e é reflectida pela voz da consciência, é um poder mais forte que todas as forças da Natureza e indica sempre o caminho seguro!


Luis – 2002-11-24

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

126º Aniversário da Associação Socorros Mútuos 1º Dezembro (Almada)


É já no próximo Sábado, 14 de Novembro, a partir das 15h na Incrível Almadense, que a Associação de Socorros Mútuos 1º Dezembro vai celebrar o seu 126º Aniversário. Fundada em 22 de Novembro de 1883, está filiada na União das Mutualidades Portuguesas (IPSS), é considerada de Utilidade Pública e já foi agraciada com a Medalha de Ouro da Cidade de Almada.

Esta celebração constará de uma tarde cultural, que se prevê bem animada, com a presença dos seguintes Grupos Corais de Almada:
* Associação 1º Dezembro
* Cantadeiras da Alma Alentejana
* Incrível Almadense
* Canto Novo
* ARPILF

Como não podia deixar de ser, as Cantadeiras da Alma Alentejana irão estar presentes, com as seguintes Modas Alentejanas:

1) Estava dormindo acordei (dançado)
2) Ai de mim tanta Laranja
3) Chegaste ao Alentejo
4) Venham ver o Alentejo
5) Alentejo és nossa Terra (Hino do Alentejo - dançado)


Nota: a Associação de Socorros Mútuos 1º de Dezembro leva ainda a cabo de seguida, no dia 27 de Novembro, pelas 21h, uma Sessão Solene comemorativa da passagem deste Aniversário, no Salão da Academia Almadense, com a presença das várias entidades de Almada e outras organizações convidadas para o efeito.

Magusto da Associação Alma Alentejana (Almada)


Numa parceria com a Junta de Freguesia do Seixal, a Associação Alma Alentejana vai efectuar no próximo dia 14 de Novembro a partir das 14h, na Sociedade Filarmónica União Seixalense, um «magusto», com animação cultural variada.


Programa previsto:

14h: abertura

15,30h: «Trio Sabóia» (trio musical Alentejano - música popular Portuguesa)
16,30h: Teatro «A Fénix»
17 h: Coral Alentejano «Cantadeiras da Alma Alentejana»
17,30h: Música instrumental
18h: «As Alcoviteiras» - Grupo de Teatro da Alma Alentejana
18,30h: Cavaquinhos da Alma Alentejana
19h: Sevilhanas da Alma Alentejana

Estarão à venda os costumados produtos alentejanos, assim com Castanhas assadas e fritas, bolo de Castanha, Caldo Verde, Vinho, Água- Pé e Jeropiga

34º Aniversário do Grupo Coral Alentejano das Paivas



ENCONTRO DE CANTE ALENTEJANO, NO 34º ANIVERSÁRIO DO GRUPO CORAL DAS PAIVAS (AMORA-SEIXAL), NO DIA 14 DE NOVEMBRO.


O Encontro de Cante realiza-se na sede do Grupo, a partir das 15 horas, no Centro Cultural e Desportivo das Paivas, Rua D. Leonor, nas PAIVAS, f reguesia da AMORA (SEIXAL).

O GRUPO CORAL ALENTEJANO E OPERÁRIO DAS PAIVAS foi fundado em 1975, e é um dos primeiros Grupos Corais alentejanos criado após o 25 de Abril na Região da Grande Lisboa.



ROGRAMA DO ENCONTRO

Grupo Coral Feminino "As Atabuas" de S. Marcos da Atabueira

Grupo Coral das Autarquias do Seixal

Grupo Coral de Tires

Grupo Coral Instrumental Norte Sul

Grupo Coral Operário Alentejano Do C.C.D.Paivas


Nota: para mais detalhes sobre as actuações dos Grupos Corais Alentejanos, faça click em: MODA

Gala do Cante Alentejano e do Fado na Cuba



O GRUPO CORAL "CEIFEIROS DE CUBA" PROMOVEU UMA "GALA DO CANTE E DO FADO", NO PASSADO SÁBADO DIA 7 DE NOVEMBRO, PELAS 21,30H, NO SALÃO DOS BOMBEIROS VOL. DE CUBA

Esta Gala inseriu-se na CAMPANHA DE ANGARIAÇÃO DE FUNDOS que o Grupo "CEIFEIROS DE CUBA" está a promover para recuperar e remodelar a sua Sede.


PROGRAMA DO ESPECTÁCULO


21,30H
CANTE
GRUPO CORAL "CEIFEIROS DE CUBA"
GRUPO CORAL "OS ALENTEJANOS" DA DAMAIA

22,OOH
FADOS
GUITARRISTA: Luis Ribeiro
VIOLA : Jaime Martins
FADISTAS: Rosa Rato
Carlos Madureira
Cristõvão Gordo (Nóni)
Domingos Rocha


Nota: para mais detalhes sobre os Grupos Corais Alentejanos e suas actividades, consulte o site da MODA, fazendo click abaixo:

Máquina conquista terreno na colheita de azeitona


«Azeitona/tenta tanto a passarada/vêm nuvens do estrangeiro/voando ligeiro/de pena riscada» (in Moda Alentejana: «Levantou-se o Povo inteiro) - Luis


A colheita de azeitona, que se faz por esta altura do ano, está cada vez mais mecanizada. A força do Homem está a ser substituída nas três principais regiões produtoras de azeitona do país, Trás-os-Montes, Alentejo e Beira Interior, por braços metálicos. A máquina faz num dia o trabalho de 20 pessoas. No entanto, há ainda quem resista à tecnologia e dê primazia ao método tradicional.
Café Portugal terça-feira, 10 de Novembro de 2009


O campo coberto de lonas e o restolhar das varas que fazem cair as azeitonas é um cenário cada vez mais raro nos olivais portugueses. De Norte a Sul do país o trabalho do Homem está a ser substituído pelas máquinas na apanha da azeitona. A falta de mão-de-obra e os custos a ela associados estão na origem desta mudança. Uma máquina vibradora multi-direccional faz, num dia, o mesmo trabalho de 20 pessoas.

O presidente da Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD), António Branco, considera que o olival da região está 50% mecanizado, sendo a outra metade trabalhada ainda de modo tradicional. O mesmo responsável explica que «os métodos tradicionais de tratamento foram ultrapassados e que, os novos olivais, já obedecem a uma métrica sete por sete e uma poda diferente que permite aumentar a mecanização do sector olivícola transmontano».

O equilíbrio entre Homem e máquinas verifica-se também no Alentejo. Aqui nos «cerca de 165 mil hectares de olival» que se estima existirem na região, «há muita colheita mista, com máquinas e trabalhadores», comenta Henrique Herculano, do Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo (CEPAAL).

O mês de Novembro é também sinónimo de férias para quem vive nas zonas urbanas. Por estes dias, há muita gente que ruma para o interior, de onde é original, para participar na colheita da azeitona que os familiares ainda possuem. Manuel Pires, carteiro em Lisboa, é um exemplo. Todos os anos parte para Malpica do Tejo, em Castelo Branco, onde se juntam com os demais familiares. Numa propriedade que engloba 200 oliveiras, cinco membros da família de Manuel Pires reúnem-se manhã cedo e estendem os panais, coberturas que rodeiam as oliveiras, onde caiem as azeitonas. «Há quem use máquinas, nós ainda fazemos tudo manualmente», conta Maria Sena, a proprietária do olival. Com os escadotes, cada qual vai atirando ao chão as azeitonas, sendo que «cada oliveira ocupa meia-hora a 45 minutos».

«Esta ainda é uma fonte de rendimento importante», diz Maria Sena.

Igual situação vive, no Alentejo, Francisco Manuel, que «vareja» oliveiras desde os «16, 17 anos». Francisco admite a dureza do ofício, mas confessa que é ainda o ganha-pão da família.




Nota: faça click na palavra-chave à sua escolha para poder ter acesso às regiões indicadas